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domingo, 24 de março de 2013
sábado, 5 de janeiro de 2013
O próximo papa, o islã e a terceira guerra mundial (parte 2)
Artigo cristão escrito por Luiz Carlos Fernandes
Agora demonstraremos que, após a derrota de Satanás no céu (Apocalipse 12.9) e sua conseqüente queda, sua pretensão e desejo se voltaram para a terra.
Para tal, ele precisava de um plano e também de uma instituição que o representa-se, já que, para obter sucesso, jamais poderia faze-lo pessoalmente. Com isso em mente, instituiu seu representante máximo na terra o revestindo com uma capa de cristianismo para que de maneira velada pude-se obter completo sucesso.
Satanás, o “grande dragão”, a antiga “serpente” (Apocalipse 12.9) entregou sua autoridade e trono na terra a uma instituição hegemônica mundial: “O Papado” que é a Besta profetizada em Apocalipse 13.4.
Esse poder apóstata para cumprir seu propósito satânico, precisaria se colocar em meio a cristandade no lugar de Cristo. Nosso amorável Senhor Jesus através do Seu Santo Espírito que habitava em Paulo já tinha nos alertado sobre isso, ou seja, antes de sua volta, esse poder diabólico se levantaria colocando-se no meio cristão para enganar se possível os eleitos:
“Ninguém, de nenhum modo, vos engane, porque isto não acontecerá sem que primeiro venha a apostasia e seja revelado o homem da iniqüidade, o filho da perdição, o qual se opõe e se levanta contra tudo que se chama Deus ou é objeto de culto, a ponto de assentar-se no santuário de Deus, ostentando-se como se fosse o próprio Deus.” (2 Tessalonicence 2.4)
Eu lhe pergunto, ele conseguindo atingir seus objetivos ao longo das décadas?
Se está lendo esse artigo e sente algum tipo de sentimento ruim em relação a minha pessoa por eu estar sendo claro e revelando nada mais que as Sagradas Escrituras para você, lamento dizer que sim… Ele tem obtido sucesso!
Se porém, sente-se como que aliviado ao ler essas palavras contundentes, então é chegado o momento desse Império Satânico ruir, pois: “Não existe nada mais forte no Universo, que uma profecia quando chega o momento do seu cumprimento!”
O próprio Senhor Jesus nos alertou há mais de 2.000 anos da vinda desse poder apóstata, chamado Papado. Isso está registrado de forma inequívoca pelas Sagradas Escrituras:
“A ninguém sobre a terra chameis vosso pai; porque só um é vosso Pai, aquele que está nos céus.” (Mateus 23.9)
Incrível não?! Como a Palavra de Deus é maravilhosa e luz para os nossos caminhos, pois Deus em Sua infinita onisciência revelou pelo Seu Filho que no futuro esse poder diabólico se levantaria para se colocar em Seu lugar.
Como se não basta-se a forma clara que Jesus profetizou sobre as intenções de Satanás e que não chamássemos a ninguém na terra de nosso pai espiritual (Papa significa Pai espiritual), em seu sermão profético em Mateus 24, Jesus foi mais ESPECÍFICO e PRECISO AINDA para que nenhum de nós tivéssemos dúvidas de quem seriam os Anticristos que viriam em seu nome para enganar até mesmo os amados e precisoso filhos de Deus como eu e você.
Em Mateus 24.5 Ele disse:
“Porque virão muitos EM MEU NOME, dizendo: Eu SOU O CRISTO, e enganarão a muitos.” (Mateus 24.5)
Sinceramente, Ele poderia ter sido mais claro?
Jesus revelou a linhagem completa e cronológica de todos os papas que já existiram (http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_dos_papas) mostrando ao longo da história, os “Substitutos do Filho de Deus” (Vicarius Cristi ou Vicarius Fili Dei = Substituto do Filho de Deus), Esta frase se encontra na tiara papal e o somatória das letras em algarismos romanos dá 666. Será que é apenas uma coincidência macabra?
Como vimos no artigo passado a palavra Anticristo vem do grego e diferente do que muita gente pensa não significa “contra Cristo” e sim em “lugar de Cristo”, pois tem na verdade um sentido dúbio. Significa “contra Cristo”, no sentido de uma pessoa ou um certo poder estar em oposição ao trabalho de Cristo colocando-se em seu lugar.
Portanto o suposto: Substituto do Filho de Deus (Vicarius Cristi) é na verdade o Anticristo!
Façamos uma viagem pela história (Eclesiastes 1.9) e entendamos pelos aspectos enumerados abaixo, finalmente quem é o Anticristo e como se manifestará!
1º) O Anticristo revelado História dos reformadores.
2º) O Anticristo revelado pela própria Igreja Católica e seus representantes.
3º) O Anticristo revelado pela Bíblia e conseqüentemente de onde e quando virá.
O ANTICRISTO REVELADO PELA REFORMA PROTESTANTE (http://pt.wikipedia.org/wiki/Protestantismo)
Para que tivesse sucesso em sua empreitada, nunca foi interessante para Satanás que os homens tivessem liberdade de pensar, raciocinar e decidir por si mesmos. Por isso ele teve êxito durante a Idade Média (a era das trevas) quando reinaram a ignorância e a superstição. Não tendo fácil acesso à Bíblia, as pessoas simples confiavam no clero para salvação de suas almas.
A essência da Reforma se baseava na coragem, fé e firmeza que caracterizaram os homens que não temeram protestar contra as doutrinas falsas que prevaleceram durante a Idade Média.
Esses heróis do Protestantismo sacrificaram posses, reputação, liberdade e muitas vezes a própria vida, em face das ameaças e crueldade da Igreja Católica. O conceito que a palavra do padre (quem sabe hoje do seu pastor), não a Bíblia, é a palavra infalível de Deus foi lançado por terra. Foi abandonada a idéia que a ligação do indivíduo com Cristo depende de sua relação com a Igreja. A Reforma Protestante trouxe um conceito equilibrado acerca da submissão do cristão às autoridades humanas. A luz de que cada pessoa é responsável individualmente por sua própria salvação diante de Deus raiou na Europa.
Conheça através da história o que alguns dos mais influentes líderes cristãos que já viveram, acreditavam ser, como Daniel escreveu o “Chifre Pequeno” (Daniel 7.8), ou como João o chamou “A Besta” (Apocalipse 13.1) e Paulo de “O Homem do Pecado” (2 Tessalonicenses 2.3).
Martin Lutero (1483-1546), Confissão Luterana: Lutero provou, pelos escritos de Daniel e João e também pelas epístolas de Paulo, Pedro e Judas, que o reino do Anticristo previsto e descrito na Bíblia, era o Papado, e todo o povo disse: Amém! Essa revelação foi o que derivou a maior força das descrições proféticas lançadas adiante por Lutero para o meio dos seus contemporâneos e que infligiu o golpe mais terrível em Roma.
John Knox (1505-1572), Confissão Presbiteriana: John Knox contrariou frontalmente a tirania que o Papa teve por tantos séculos exercendo poder absoluto sobre as pessoas com compunham a igreja. Como aconteceu com Lutero, ele finalmente concluiu que o Papado era “O próprio Anticristo, o filho da perdição, de quem Paulo falava.”
Thomas Cranmer (1489-1556), Confissão Anglicana: Ele dizia: “Roma é a sede do Anticristo, e o Papa é o próprio Anticristo. E posso provar isso por meio das Sagradas Escrituras.”
(Dizia ele referindo-se a profecias do Apocalipse e Daniel.)
Roger Williams (1603-1683), Pastor da Primeira Igreja Batista na América: O Pastor Williams falou sobre o Papa como: “O pretenso vigário de Cristo na terra, que se assenta como Deus sobre o Templo de Deus, exaltando-se não só acima de tudo que se chama Deus, mas sobre as almas e as consciências de todos os seus vassalos, falando contra o Deus do céu e mudou a Lei de Deus, o Papa é o Mistério da Iniqüidade em ação.” (2 Tessalonicenses 2.7)
Cotton Mather (1663-1728), Teólogo Congregacional: “Na Sua Santa Palavra, Deus predisse o surgimento do Anticristo na Igreja Cristã que é o Papa de Roma. Ele tem todas as características do Anticristo maravilhosamente profetizadas e disponíveis para qualquer um que ler as Sagradas Escrituras.”
John Wesley (1703-1791), Confissão Metodista: Falando do Papado, John Wesley escreveu: Ele está profetizado de forma enfática na Bíblia como: “O homem do pecado”. Seus pecados acumulam-se acima da medida de qualquer outro personagem da história. Ele é também responsável pela morte de inumeráveis multidões, tanto de seus opositores como de seus seguidores. “Ele é o que se exalta acima de tudo que se chama Deus, ou que é adorado, reivindicando maior poder, honra e prerrogativas que pertencem apenas a Deus.”
A Confissão de Fé da Reforma (Westminster 1647), é um resumo do que foi a Reforma Protestante:
“Não há outro Cabeça da Igreja senão o Senhor Jesus Cristo. Não pode o Papa de Roma, em qualquer sentido, ser o cabeça dela, mas ele é o anticristo, aquele homem do pecado e filho da perdição que se exalta na Igreja tomando o lugar de Cristo e se colocando em lugar do próprio Filho de Deus.”
Uma grande nuvem de testemunhas: “Wycliffe, Tyndale, Lutero, Calvino, Cranmer, no século XVII, Bunyan, os tradutores da Bíblia King James e os homens que publicaram o Manifesto de Westminster, assim como: Sir Isaac Newton, Wesley, Whitfield, Jonathan Edwards, e muito outros mais, e recentemente Spurgeon, Bispo JC Ryle e o Dr. Martin Lloyd-Jones, estes homens entre inúmeros outros, constataram que: “O Papado por ser colocar no lugar de Cristo é o próprio Anticristo”.
Na próxima semana estaremos dando continuidade a esse artigo, e falaremos sobre: O Anticristo revelado pela própria Igreja Católica e seus representantes.
Se gostou por favor recomende a todos os seus amigos e irmãos. Coloco abaixo uma série especial de vídeos que tenho certeza, vai gostar muito:
Se gostou assista também a Palestra: “A Mãe da Meretrizes Abominações da Terra”:
Grandes acontecimentos estão diante de toda a humanidade, e falaremos nos próximos artigos sobre o Anticristo, e qual o seu papel na terceira guerra mundial entre o Ocidente e Oriente.
Lhe estimulo a colocar seu comentário abaixo para que possamos juntos, realizar um grande debate sobre esses temas de tão grande importância.
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
O próximo papa, o islã e a 3ª guerra mundial
Artigo cristão escrito por Luiz Carlos Fernandes
A palavra “Anticristo” vem do original grego e diferente do que muita gente pensa, não significa “Contra Cristo” e sim o que se coloca “Em Lugar de Cristo.”
Isso, por si só, já esclarece e muito quem é esse personagem, pois existe apenas um líder em toda a história mundial que ousou e ousa ostentar esse título: “O Papa.”
Seu título é: Vicarius Christi, que significa Vigário de Cristo ou Substituto do Filho de Deus.
Na verdade esse desejo de Satanás em ter a primazia tomando o lugar de Cristo é muito antigo… Jesus Cristo através do livro do Apocalipse (essa palavra significa revelação) diz que somente Ele é a verdadeira e brilhante “Estrela da Manhã”.
“Eu, Jesus, enviei o meu anjo para vos testificar estas coisas às igrejas. Eu sou a Raiz e a Geração de Davi, a Brilhante Estrela da Manhã.” [Apocalipse 22.16]
Vemos portanto que esse grande conflito teve início no céu, quando Satanás tentou usurpar a posição dada UNICAMENTE a Jesus.
No Livro de Isaías fica patenteada esse ambição satânica, quando o próprio Senhor Jesus Cristo exclama ironicamente para o insolente ambicioso:
“Como caíste do céu, ó estrela da manhã, filho da alva! Como foste lançado por terra, tu que debilitavas as nações!” [Isaías 14.12]
No texto bíblico acima, Jesus a verdadeira “Estrela da Manhã”, é quem está questionando Satanás e expondo as suas ambições de tomar-lhe a posição e título dados a Ele por Seu Pai. Não foi à toa também que, sem exceção, após Deus ter derramado grande luz em meio as trevas da idade média, todos os Grandes Reformadores identificaram o Papa como sendo o Anticristo.
A Reforma Protestante iniciada nos anos de 1500, literalmente, mudou o curso da história. Ela retirou a Europa da Idade das Trevas e levou ao surgimento de uma verdadeira liberdade religiosa e mudou completamente o curso da história.
Seus princípios originais que infelizmente tem sido vilipendiados atualmente, serviram de base para a Constituição dos Estados Unidos da América. E o ponto fundamental desses princípios, é que, em se tratando de religião, nem os governos da Terra nem as igrejas não têm o direito de controlar a consciência do povo.
O verdadeiro protestantismo (significa protestar ensinamentos que não estão na Bíblia) ensina que a salvação é pela graça mediante a fé em Jesus Cristo:
“Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus.” [Efésios 2:8]
Todos os grandes homens e mulheres no passado tinham ma Bíblia sua única regra de fé e prática (Sola Escritura), ou seja a autoridade da Palavra de Deus sempre estará ACIMA da autoridade e supremacia da própria igreja:
“Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça.” [2 Timóteo 3:16]
A Palavra de Deus é clara, somente as Escrituras é dada a função de: ensinar, corrigir e educar.
Se a Igreja toma para si essas prerrogativas e coloca a sua autoridade acima da Palavra de Deus, outorgando para si mesma a função de condenar, absolver, ou determinar quem entrará no céu ou que se perderá eternamente, está apostatada e servindo a Satanás que tentou tomar o poder para si exatamente da mesma maneira.
Esse princípio foram largamente utilizados por Satanás através da Igreja Romana e infelizmente continuam sendo utilizados ainda hoje por suas “Filhas” (Igrejas).
E QUEM É BÍBLIA DECLARA SER A GRANDE PROSTITUTA?
Na próxima semana estaremos dando continuidade a esse artigo, e respondendo a pergunta acima.
Por enquanto deixamos o vídeo abaixo como dica sobre a pergunta:
Se gostou por favor recomende a todos os seus amigos e irmãos.
Grandes acontecimentos estão diante de toda a humanidade, e falaremos nos próximos artigos sobre o Anticristo, e qual o seu papel na terceira guerra mundial entre o Ocidente e Oriente.
Lhe estimulo a colocar seu comentário abaixo para que possamos juntos, realizar um grande debate sobre esses temas de tão grande importância.
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
Documentário do Nat Geo tenta reconstrói história de personagens bíblicos
Uma equipe formada por arqueólogos, antropólogos e forenses tentam descobrir não só os personagens como suas histórias
por
Leiliane Roberta Lopes
No primeiro episódio será mostrada a vida de um homem que teria conhecido a Jesus. Os ossos deste homem foram encontrados por arqueólogos que escavavam na Galileia e apresentavam uma técnica funerária única que foi muito usada durante o primeiro século depois de Cristo.
Acredita-se que o tal homem não só viveu na região onde Jesus desenvolveu seu ministério como também viveu no mesmo período que Jesus, podendo ter tido algum contato com o Messias.
No segundo episódio será mostrado a descoberta arqueológica de um crânio feminino de 3000 anos de idade. Uma equipe forense vai ligar este achado com a Idade do Ferro, período onde Sansão viveu. Acadêmicos, antropólogos e arqueólogos usam técnicas para reconstruir o rosto de uma mulher do povoado dos filisteus. Seria este o crânio de Dalila?
Outro episódio vai tratar sobre o sacrifício humano, esta terceira parte do documentário do Nat Geo analisou os restos mortais de uma criança que foi enterrada em um pote de barro há seis milênios atrás.
A equipe trabalha com a hipótese de que a criança foi sacrificada a deuses e vai abordar este assunto tentando reconstruir o rosto e a identidade dessa criança.
O último episódio vai mostrar os restos mortais encontrados em uma caverna do deserto. Ao lado do corpo foram encontrados diversos objetivos pessoais incluindo um arco, faca, pedra, uma bengala e um par de sandálias de couro. Estes achados fizeram com que os estudiosos acreditarem que o homem enterrado era um guerreiro ou um caçador que fora enterrado há seis mil anos.
O documentário será exibido a partir das 9h30.
sábado, 22 de dezembro de 2012
O NATAL VEIO DO PAGANISMO.
PROVAS NA HISTÓRIA E NA BÍBLIA.
Enciclopédia Católica (edição de 1911): "A festa do Natal não estava incluída entre as
primeiras festividades da Igreja... os primeiros indícios dela são provenientes
do Egito... os costumes pagãos relacionados com o princípio do ano se
concentravam na festa do Natal".
Orígenes, um dos chamados pais da Igreja (ver mesma enciclopédia acima): "... não vemos nas Escrituras ninguém que haja celebrado uma festa ou celebrado um grande banquete no dia do seu natalício. Somente os pecadores (como Faraó e Herodes) celebraram com grande regozijo o dia em que nasceram neste mundo".
Autoridades históricas demonstram que, durante os primeiros 3 séculos da nossa era, os cristãos não celebraram o Natal. Esta festa só começou a ser introduzida após o início da formação daquele sistema que hoje é conhecido como Igreja Romana (isto é, no século 4o). Somente no século 5o foi oficialmente ordenado que o Natal fosse observado para sempre, como festa cristã, no mesmo dia da secular festividade romana em honra ao nascimento do deus Sol, já que não se conhecia a data exata do nascimento de Cristo.
Se fosse da vontade de Deus que guardássemos e celebrássemos o aniversário do NASCIMENTO de Jesus Cristo, Ele não haveria ocultado sua data exata, nem nos deixaria sem nenhuma menção a esta comemoração, em toda a Bíblia. Ao invés de envolvermo-nos numa festa de origem não encontrada na Bíblia mas somente no paganismo, somos ordenados a adorar Deus, a relembrar biblicamente a MORTE do nosso Salvador, e a biblicamente pregar esta MORTE e seu significado, a vitoriosa RESSURREIÇÃO do nosso Salvador, Sua próxima VINDA gloriosa, sua mensagem de SALVAÇÃO para os que crêem verdadeiramente e PERDIÇÃO para os não crentes verdadeiros.
Orígenes, um dos chamados pais da Igreja (ver mesma enciclopédia acima): "... não vemos nas Escrituras ninguém que haja celebrado uma festa ou celebrado um grande banquete no dia do seu natalício. Somente os pecadores (como Faraó e Herodes) celebraram com grande regozijo o dia em que nasceram neste mundo".
Autoridades históricas demonstram que, durante os primeiros 3 séculos da nossa era, os cristãos não celebraram o Natal. Esta festa só começou a ser introduzida após o início da formação daquele sistema que hoje é conhecido como Igreja Romana (isto é, no século 4o). Somente no século 5o foi oficialmente ordenado que o Natal fosse observado para sempre, como festa cristã, no mesmo dia da secular festividade romana em honra ao nascimento do deus Sol, já que não se conhecia a data exata do nascimento de Cristo.
Se fosse da vontade de Deus que guardássemos e celebrássemos o aniversário do NASCIMENTO de Jesus Cristo, Ele não haveria ocultado sua data exata, nem nos deixaria sem nenhuma menção a esta comemoração, em toda a Bíblia. Ao invés de envolvermo-nos numa festa de origem não encontrada na Bíblia mas somente no paganismo, somos ordenados a adorar Deus, a relembrar biblicamente a MORTE do nosso Salvador, e a biblicamente pregar esta MORTE e seu significado, a vitoriosa RESSURREIÇÃO do nosso Salvador, Sua próxima VINDA gloriosa, sua mensagem de SALVAÇÃO para os que crêem verdadeiramente e PERDIÇÃO para os não crentes verdadeiros.
1. JESUS NÃO NASCEU EM 25 DE DEZEMBRO
Quando Ele nasceu "... havia naquela mesma comarca pastores que estavam no campo, e guardavam,
durante as vigílias da noite, o seu rebanho." (Lucas 2:8). Isto jamais pôde acontecer na Judéia
durante o mês de dezembro: os pastores tiravam seus rebanhos dos campos em
meados de outubro e [ainda mais à noite] os abrigavam para protegê-los do
inverno que se aproximava, tempo frio e de muitas chuvas (Adam Clark
Commentary, vol. 5, página 370). A Bíblia mesmo prova, em Cant 2:1 e Esd
10:9,13, que o inverno era época de chuvas, o que tornava impossível a
permanência dos pastores com seus rebanhos durante as frígidas noite, no campo.
É também pouco provável que um recenseamento fosse convocado para a época de
chuvas e frio (Lucas 2:1).
2. COMO ESTA FESTA SE INTRODUZIU NAS IGREJAS?
The New Schaff-Herzog
Encyclopedia of Religious Knowledge (A Nova Enciclopédia de Conhecimento
Religioso, de Schaff-Herzog) explica claramente em seu artigo sobre o Natal:
"Não se pode
determinar com precisão até que ponto a data desta festividade teve origem na
pagã Brumália (25 de dezembro), que seguia a Saturnália (17 a 24 de dezembro) e
comemorava o nascimento do deus sol, no dia mais curto do ano.
As festividades pagãs de Saturnália e Brumália estavam demasiadamente arraigadas nos costumes populares para serem suprimidos pela influência cristã. Essas festas agradavam tanto que os cristãos viram com simpatia uma desculpa para continuar celebrando-as sem maiores mudanças no espírito e na forma de sua observância. Pregadores cristãos do ocidente e do oriente próximo protestaram contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam a seus irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao sol por aceitar como cristã essa festividade pagã.
Recordemos que o mundo romano havia sido pagão. Antes do século 4o os cristãos eram poucos, embora estivessem aumentando em número, e eram perseguidos pelo governo e pelos pagãos. Porém, com a vinda do imperador Constantino (no século 4o) que se declarou cristão, elevando o cristianismo a um nível de igualdade com o paganismo, o mundo romano começou a aceitar este cristianismo popularizado e os novos adeptos somaram a centenas de milhares.
Tenhamos em conta que esta gente havia sido educada nos costumes pagãos, sendo o principal aquela festa idólatra de 25 de dezembro. Era uma festa de alegria [carnal] muito especial. Agradava ao povo! Não queriam suprimi-la."
O artigo já citado da "The New Schaff-Herzog Encyclopedia of Religious Knowledge" revela como Constantino e a influência do maniqueísmo (que identificava o Filho de Deus com o sol) levaram aqueles pagãos do século 4o (que tinham [pseudamente] se "convertido em massa" ao [pseudo] "cristianismo") a adaptarem a sua festa do dia 25 de dezembro (dia do nascimento do deus sol), dando-lhe o título de dia do natal do Filho de Deus.
Assim foi como o Natal se introduziu em nosso mundo ocidental! Ainda que tenha outro nome, continua sendo, em espírito, a festa pagã de culto ao sol. Apenas mudou o nome. Podemos chamar de leão a uma lebre, mas por isto ela não deixará de ser lebre.
A Enciclopédia Britânica diz:
"A partir do ano 354 alguns latinos puderam mudar de 6 de janeiro para 25 de dezembro a festa que até então era chamada de Mitraica, o aniversário do invencível sol... os sírios e os armênios idólatras e adoradores do sol, apegando-se à data de 6 de janeiro, acusavam os romanos, sustentando que a festa de 25 de dezembro havia sido inventada pelos discípulos de Cerinto."
As festividades pagãs de Saturnália e Brumália estavam demasiadamente arraigadas nos costumes populares para serem suprimidos pela influência cristã. Essas festas agradavam tanto que os cristãos viram com simpatia uma desculpa para continuar celebrando-as sem maiores mudanças no espírito e na forma de sua observância. Pregadores cristãos do ocidente e do oriente próximo protestaram contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam a seus irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao sol por aceitar como cristã essa festividade pagã.
Recordemos que o mundo romano havia sido pagão. Antes do século 4o os cristãos eram poucos, embora estivessem aumentando em número, e eram perseguidos pelo governo e pelos pagãos. Porém, com a vinda do imperador Constantino (no século 4o) que se declarou cristão, elevando o cristianismo a um nível de igualdade com o paganismo, o mundo romano começou a aceitar este cristianismo popularizado e os novos adeptos somaram a centenas de milhares.
Tenhamos em conta que esta gente havia sido educada nos costumes pagãos, sendo o principal aquela festa idólatra de 25 de dezembro. Era uma festa de alegria [carnal] muito especial. Agradava ao povo! Não queriam suprimi-la."
O artigo já citado da "The New Schaff-Herzog Encyclopedia of Religious Knowledge" revela como Constantino e a influência do maniqueísmo (que identificava o Filho de Deus com o sol) levaram aqueles pagãos do século 4o (que tinham [pseudamente] se "convertido em massa" ao [pseudo] "cristianismo") a adaptarem a sua festa do dia 25 de dezembro (dia do nascimento do deus sol), dando-lhe o título de dia do natal do Filho de Deus.
Assim foi como o Natal se introduziu em nosso mundo ocidental! Ainda que tenha outro nome, continua sendo, em espírito, a festa pagã de culto ao sol. Apenas mudou o nome. Podemos chamar de leão a uma lebre, mas por isto ela não deixará de ser lebre.
A Enciclopédia Britânica diz:
"A partir do ano 354 alguns latinos puderam mudar de 6 de janeiro para 25 de dezembro a festa que até então era chamada de Mitraica, o aniversário do invencível sol... os sírios e os armênios idólatras e adoradores do sol, apegando-se à data de 6 de janeiro, acusavam os romanos, sustentando que a festa de 25 de dezembro havia sido inventada pelos discípulos de Cerinto."
3. A VERDADEIRA ORIGEM DO NATAL
O Natal é uma das
principais tradições do sistema corrupto chamado Babilônia, fundado por
Nimrode, neto de Cam, filho de Noé. O nome Nimrode se deriva da palavra
"marad", que significa "rebelar". Nimrode foi poderoso
caçador CONTRA Deus (Gn 10:9). Para combater a ordem de espalhar-se:
- criou a instituição de ajuntamentos (cidades);
- construiu a torre de Babel (a Babilônia original) como um quádruplo desafio a Deus (ajuntamento, tocar aos céus, fama eterna, adoração aos astros);
- fundou Nínive e muitas outras cidades;
- organizou o primeiro reino deste mundo.
A Babilônia é um sistema organizado de impérios e
governos humanos, de explorações econômicas, e de todos os matizes de idolatria
e ocultismo.
Nimrode era tão pervertido que, segundo escritos, casou-se com sua própria mãe, cujo nome era Semiramis. Depois de prematuramente morto, sua mãe-esposa propagou a perversa doutrina da reencarnação de Nimrode em seu filho Tamuz. Ela declarou que, em cada aniversário de seu natal (nascimento), Nimrode desejaria presentes em uma árvore. A data de seu nascimento era 25 de dezembro. Aqui está a verdadeira origem da árvore de Natal.
Semiramis se converteu na "rainha do céu" e Nimrode, sob diversos nomes, se tornou o "divino filho do céu". Depois de várias gerações desta adoração idólatra, Nimrode também se tornou um falso messias, filho de Baal, o deus-sol. Neste falso sistema babilônico, a mãe e o filho (Semiramis e Nimrode encarnado em seu filho Tamuz) se converteram nos principais objetos de adoração. Esta veneração de "a Madona e Seu Filho" (o par "mãe influente + filho poderoso e obediente à mãe") se estendeu por todo o mundo, com variação de nomes segundo os países e línguas. Por surpreendentemente que pareça, encontramos o equivalente da "Madona", da Mariolatria, muito antes do nascimento de Jesus Cristo!
Nos séculos 4o e 5o os pagãos do mundo romano se "converteram" em massa ao "cristianismo", levando consigo suas antigas crenças e costumes pagãos, dissimulando-os sob nome cristãos. Foi quando se popularizou também a idéia de "a Madona e Seu Filho", especialmente na época do Natal. Os cartões de Natal, as decorações e as cenas do presépio refletem este mesmo tema.
A verdadeira origem do Natal está na antiga Babilônia. Está envolvida na apostasia organizada que tem mantido o mundo no engano desde há muitos séculos! No Egito sempre se creu que o filho de Ísis (nome egípcio da "rainha do céu") nasceu em 25 de dezembro. Os pagãos em todo o mundo conhecido já celebravam esta data séculos antes do nascimento de Cristo.
Jesus, o verdadeiro Messias, não nasceu em 25 de dezembro. Os apóstolos e a igreja primitiva jamais celebraram o natalício de Cristo. Nem nessa data nem em nenhuma outra. Não existe na Bíblia ordem nem instrução alguma para fazê-lo. Porém, existe, sim, a ordem de atentarmos bem e lembrarmos sempre a Sua MORTE (1Co 11:24-26; Joã 13:14-17).
Nimrode era tão pervertido que, segundo escritos, casou-se com sua própria mãe, cujo nome era Semiramis. Depois de prematuramente morto, sua mãe-esposa propagou a perversa doutrina da reencarnação de Nimrode em seu filho Tamuz. Ela declarou que, em cada aniversário de seu natal (nascimento), Nimrode desejaria presentes em uma árvore. A data de seu nascimento era 25 de dezembro. Aqui está a verdadeira origem da árvore de Natal.
Semiramis se converteu na "rainha do céu" e Nimrode, sob diversos nomes, se tornou o "divino filho do céu". Depois de várias gerações desta adoração idólatra, Nimrode também se tornou um falso messias, filho de Baal, o deus-sol. Neste falso sistema babilônico, a mãe e o filho (Semiramis e Nimrode encarnado em seu filho Tamuz) se converteram nos principais objetos de adoração. Esta veneração de "a Madona e Seu Filho" (o par "mãe influente + filho poderoso e obediente à mãe") se estendeu por todo o mundo, com variação de nomes segundo os países e línguas. Por surpreendentemente que pareça, encontramos o equivalente da "Madona", da Mariolatria, muito antes do nascimento de Jesus Cristo!
Nos séculos 4o e 5o os pagãos do mundo romano se "converteram" em massa ao "cristianismo", levando consigo suas antigas crenças e costumes pagãos, dissimulando-os sob nome cristãos. Foi quando se popularizou também a idéia de "a Madona e Seu Filho", especialmente na época do Natal. Os cartões de Natal, as decorações e as cenas do presépio refletem este mesmo tema.
A verdadeira origem do Natal está na antiga Babilônia. Está envolvida na apostasia organizada que tem mantido o mundo no engano desde há muitos séculos! No Egito sempre se creu que o filho de Ísis (nome egípcio da "rainha do céu") nasceu em 25 de dezembro. Os pagãos em todo o mundo conhecido já celebravam esta data séculos antes do nascimento de Cristo.
Jesus, o verdadeiro Messias, não nasceu em 25 de dezembro. Os apóstolos e a igreja primitiva jamais celebraram o natalício de Cristo. Nem nessa data nem em nenhuma outra. Não existe na Bíblia ordem nem instrução alguma para fazê-lo. Porém, existe, sim, a ordem de atentarmos bem e lembrarmos sempre a Sua MORTE (1Co 11:24-26; Joã 13:14-17).
4. OUTROS COSTUMES PAGÃOS, NO NATAL: GUIRLANDA, VELAS, PAPAI NOEL
A GUIRLANDA (coroa verde adornada com fitas e bolas
coloridas) que enfeita as portas de tantos lares é de origem pagã. Dela disse
Frederick J. Haskins em seu livro "Answer to Questions" (Respostas a
Algumas Perguntas): "[A guirlanda] remonta aos
costumes pagãos de adornar edifícios e lugares de adoração para a festividade
que se celebrava ao mesmo tempo do [atual] Natal. A árvore de Natal vem do
Egito e sua origem é anterior à era Cristã."
Também as VELAS, símbolo tradicional do Natal, são uma velha tradição pagã, pois se acendiam ao ocaso para reanimar ao deus sol, quando este se extinguia para dar lugar à noite.
PAPAI NOEL é lenda baseada em Nicolau, bispo católico do século 5o. A Enciclopédia Britânica, 11ª edição, vol. 19, páginas 648-649, diz: "São Nicolau, o bispo de Mira, santo venerado pelos gregos e latinos em 6 de dezembro... conta-se uma lenda segundo a qual presenteava ocultamente a três filhas de um homem pobre... deu origem ao costume de dar em secreto na véspera do dia de São Nicolau (6 de dezembro), data que depois foi transferida para o dia de Natal. Daí a associação do Natal com São Nicolau..."
Os pais castigam a seus filhos por dizerem mentiras. Porém, ao chegar o Natal, eles mesmos se encarregam de contar-lhes a mentira de "Papai-Noel", dos "Reis Magos" e do "Menino Deus"! Por isso não é de se estranhar que, ao chegarem à idade adulta, também creiam que Deus é um mero mito. - Certo menino, sentindo-se tristemente desiludido ao conhecer a verdade acerca de Papai Noel, comentou a um amiguinho: "Sim, também vou me informar acerca do tal Jesus Cristo!" - É cristão ensinar às crianças mitos e mentiras? Deus disse: "... nem mentireis, nem usareis de falsidade cada um com o seu próximo;" (Lev 19:11). Ainda que à mente humana pareça bem e justificado, Deus, porém, disse: "Há um caminho que parece direito ao homem, mas o seu fim são os caminhos da morte." (Prov 16:25).
Estudados os fatos, vemos com assombro que o costume de celebrar o Natal, em realidade, não é costume cristão mas, sim, pagão. Ele constitui um dos caminhos da Babilônia no qual o mundo tem caído!
Também as VELAS, símbolo tradicional do Natal, são uma velha tradição pagã, pois se acendiam ao ocaso para reanimar ao deus sol, quando este se extinguia para dar lugar à noite.
PAPAI NOEL é lenda baseada em Nicolau, bispo católico do século 5o. A Enciclopédia Britânica, 11ª edição, vol. 19, páginas 648-649, diz: "São Nicolau, o bispo de Mira, santo venerado pelos gregos e latinos em 6 de dezembro... conta-se uma lenda segundo a qual presenteava ocultamente a três filhas de um homem pobre... deu origem ao costume de dar em secreto na véspera do dia de São Nicolau (6 de dezembro), data que depois foi transferida para o dia de Natal. Daí a associação do Natal com São Nicolau..."
Os pais castigam a seus filhos por dizerem mentiras. Porém, ao chegar o Natal, eles mesmos se encarregam de contar-lhes a mentira de "Papai-Noel", dos "Reis Magos" e do "Menino Deus"! Por isso não é de se estranhar que, ao chegarem à idade adulta, também creiam que Deus é um mero mito. - Certo menino, sentindo-se tristemente desiludido ao conhecer a verdade acerca de Papai Noel, comentou a um amiguinho: "Sim, também vou me informar acerca do tal Jesus Cristo!" - É cristão ensinar às crianças mitos e mentiras? Deus disse: "... nem mentireis, nem usareis de falsidade cada um com o seu próximo;" (Lev 19:11). Ainda que à mente humana pareça bem e justificado, Deus, porém, disse: "Há um caminho que parece direito ao homem, mas o seu fim são os caminhos da morte." (Prov 16:25).
Estudados os fatos, vemos com assombro que o costume de celebrar o Natal, em realidade, não é costume cristão mas, sim, pagão. Ele constitui um dos caminhos da Babilônia no qual o mundo tem caído!
5. O QUE A BÍBLIA DIZ SOBRE A ÁRVORE DE NATAL?
As falsas religiões sempre utilizaram a madeira, bem como
as árvores, com fins de idolatria:
"Sacrificam sobre os cumes dos montes, e queimam incenso sobre os outeiros, debaixo do carvalho, e do álamo, e do olmeiro, porque é boa a sua sombra; por isso vossas filhas se prostituem, e as vossas noras adulteram." (Os 4:13)
"Não plantarás nenhuma árvore junto ao altar do SENHOR teu Deus, que fizeres para ti." (Deut 16:21)
Essas árvores ou pedaços de madeira serviam para adoração e culto doméstico. O pinheiro – símbolo natalino – possui a mesma conotação.
"Sacrificam sobre os cumes dos montes, e queimam incenso sobre os outeiros, debaixo do carvalho, e do álamo, e do olmeiro, porque é boa a sua sombra; por isso vossas filhas se prostituem, e as vossas noras adulteram." (Os 4:13)
"Não plantarás nenhuma árvore junto ao altar do SENHOR teu Deus, que fizeres para ti." (Deut 16:21)
Essas árvores ou pedaços de madeira serviam para adoração e culto doméstico. O pinheiro – símbolo natalino – possui a mesma conotação.
6. É BÍBLICA A TROCA DE PRESENTES?
Biblioteca Sacra, vol. 12, páginas 153-155: "A troca de presentes entre amigos é característico
tanto do Natal como da Saturnália, e os cristãos seguramente a copiaram dos
pagãos, como o demonstra com clareza o conselho de Tertuliano".
O costume de trocar presentes com amigos e parentes durante a época natalina não tem absolutamente nada a ver com o cristianismo! Ele não celebra o nascimento de Jesus Cristo nem O honra! (Suponhamos que alguma pessoa que você estima está aniversariando. Você a honraria comprando presentes para os seus próprios amigos??... Omitiria a pessoa a quem deveria honrar??... Não parece absurdo deste ponto de vista?!...)
Contudo, isto é precisamente o que as pessoas fazem em todo o mundo. Observam um dia em que Cristo não nasceu, gastando muito dinheiro em presentes para parentes e amigos. Porém, anos de experiência nos ensinam que os cristãos confessos se esquecem de dar o que deviam, a Cristo e a Sua obra, no mês de dezembro. Este é o mês em que mais sofre a obra de Deus. Aparentemente as pessoas estão tão ocupadas trocando presentes natalinos que não se lembram de Cristo nem de Sua obra. Depois, durante janeiro a fevereiro, tratam de recuperar tudo o que gastaram no Natal, de modo que muitos, no que se refere ao apoio que dão a Cristo e Sua obra, não voltam à normalidade até março.
Vejamos o que diz a Bíblia em Mateus 2:1,11 com respeito aos presentes que levaram os magos quando Jesus nasceu:
"E, tendo nascido Jesus em Belém de Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que uns magoS vieram do oriente a Jerusalém, ... E, entrando na CASA, acharam o menino com Maria sua mãe e, prostrando-se, O adoraram; e abrindo os seus tesouros, ofertaram-LHE dádivas: ouro, incenso e mirra."
O costume de trocar presentes com amigos e parentes durante a época natalina não tem absolutamente nada a ver com o cristianismo! Ele não celebra o nascimento de Jesus Cristo nem O honra! (Suponhamos que alguma pessoa que você estima está aniversariando. Você a honraria comprando presentes para os seus próprios amigos??... Omitiria a pessoa a quem deveria honrar??... Não parece absurdo deste ponto de vista?!...)
Contudo, isto é precisamente o que as pessoas fazem em todo o mundo. Observam um dia em que Cristo não nasceu, gastando muito dinheiro em presentes para parentes e amigos. Porém, anos de experiência nos ensinam que os cristãos confessos se esquecem de dar o que deviam, a Cristo e a Sua obra, no mês de dezembro. Este é o mês em que mais sofre a obra de Deus. Aparentemente as pessoas estão tão ocupadas trocando presentes natalinos que não se lembram de Cristo nem de Sua obra. Depois, durante janeiro a fevereiro, tratam de recuperar tudo o que gastaram no Natal, de modo que muitos, no que se refere ao apoio que dão a Cristo e Sua obra, não voltam à normalidade até março.
Vejamos o que diz a Bíblia em Mateus 2:1,11 com respeito aos presentes que levaram os magos quando Jesus nasceu:
"E, tendo nascido Jesus em Belém de Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que uns magoS vieram do oriente a Jerusalém, ... E, entrando na CASA, acharam o menino com Maria sua mãe e, prostrando-se, O adoraram; e abrindo os seus tesouros, ofertaram-LHE dádivas: ouro, incenso e mirra."
7. POR QUE OS MAGOS LEVARAM PRESENTES A CRISTO?
Por ser o dia de seu nascimento? De maneira nenhuma! Pois
eles chegaram muitas semanas ou meses depois do seu nascimento (Mt 2:16). Ao
contrário do que mostram os presépios, Jesus já estava numa casa, não
numa estrebaria.
Então, os magos deram presentes uns aos outros para deixar-nos exemplo a ser imitado? Não! Eles não trocaram nenhum presente com seus amigos e familiares, nem entre si mesmos, mas sim presentearam unicamente a CRISTO.
Por que? O mencionado comentário bíblico de Adan Clarke, vol. 5, pg.46, diz: "Versículo 11 ("ofereceram-lhe presentes"). No Oriente não se costuma entrar na presença de reis ou pessoas importantes com as mãos vazias. Este costume ocorre com freqüência no Velho Testamento e ainda persiste no Oriente e em algumas ilhas do Pacífico Sul."
Aí está! Os magos não estavam instituindo um novo costume cristão de troca-troca de presentes para honrar o nascimento de Jesus Cristo! Procederam de acordo com um antigo costume Oriental que consistia em levar presentes ao rei ao apresentarem-se a ele. Eles foram pessoalmente à presença do Rei dos Judeus. Portanto, levaram oferendas, da mesma maneira que a rainha de Sabá levou a Salomão, e assim como levam aqueles que hoje visitam um chefe de estado.
O costume de trocas de presentes de Natal nada tem a ver com o nascimento do Cristo de Deus, é apenas a continuação de um costume pagão.
Então, os magos deram presentes uns aos outros para deixar-nos exemplo a ser imitado? Não! Eles não trocaram nenhum presente com seus amigos e familiares, nem entre si mesmos, mas sim presentearam unicamente a CRISTO.
Por que? O mencionado comentário bíblico de Adan Clarke, vol. 5, pg.46, diz: "Versículo 11 ("ofereceram-lhe presentes"). No Oriente não se costuma entrar na presença de reis ou pessoas importantes com as mãos vazias. Este costume ocorre com freqüência no Velho Testamento e ainda persiste no Oriente e em algumas ilhas do Pacífico Sul."
Aí está! Os magos não estavam instituindo um novo costume cristão de troca-troca de presentes para honrar o nascimento de Jesus Cristo! Procederam de acordo com um antigo costume Oriental que consistia em levar presentes ao rei ao apresentarem-se a ele. Eles foram pessoalmente à presença do Rei dos Judeus. Portanto, levaram oferendas, da mesma maneira que a rainha de Sabá levou a Salomão, e assim como levam aqueles que hoje visitam um chefe de estado.
O costume de trocas de presentes de Natal nada tem a ver com o nascimento do Cristo de Deus, é apenas a continuação de um costume pagão.
8. UM "NATAL CORRIGIDAMENTE CRISTÃO" PODERIA REALMENTE HONRAR A CRISTO?
Há pessoas que insistem em que, apesar das raízes do
Natal estarem no paganismo, agora elas não observam o Natal para honrarem um
falso deus, o deus sol, senão para honrarem a Jesus Cristo. Mas diz Deus:
"Guarda-te, que não te enlaces seguindo-as, ...; e que não perguntes acerca dos seus deuses, dizendo: 'Assim como serviram estas nações os seus deuses, do mesmo modo também farei eu.' Assim não farás ao SENHOR teu Deus; porque tudo o que é abominável ao SENHOR, e que Ele odeia, fizeram eles a seus deuses; ...". (Deut 12:30-31)
"Assim diz o SENHOR: 'Não aprendais o caminho dos gentios, ... Porque os costumes dos povos são vaidade; ...'" (Jr 10:2-3).
Deus disse-nos claramente que não aceitará este tipo de adoração: ainda que tenha hoje a intenção de honrá-Lo, teve origem pagã e, como tal, é abominável e honra não a Ele mas sim aos falsos deuses pagãos.
Deus não quer que O honremos "como nos orienta a nossa própria consciência":
"Deus é Espírito; e importa que os que O adoram O adorem em espírito e em verdade". (Joã 4.24).
O que é a verdade? Jesus disse que a Sua palavra, a Bíblia, é a verdade (Joã 17:17). E a Bíblia diz que Deus não aceitará o culto de pessoas que, querendo honrar a Cristo, adotem um costume pagão:
"Mas em vão me adoram, ensinando doutrina que são preceitos dos homens." (Mt 15:9).
A comemoração do Natal é um mandamento (uma tradição) de homens e isto não agrada a Deus.
"E assim invalidastes, pela vossa tradição, o mandamento de Deus" (Mat 15:6).
"Assim não farás ao SENHOR teu Deus; porque tudo o que é abominável ao SENHOR, e que ele odeia, fizeram eles a seus deuses..." (Deut 12:31)
Não podemos honrar e agradar a Deus com elementos de celebrações pagãs!
"Guarda-te, que não te enlaces seguindo-as, ...; e que não perguntes acerca dos seus deuses, dizendo: 'Assim como serviram estas nações os seus deuses, do mesmo modo também farei eu.' Assim não farás ao SENHOR teu Deus; porque tudo o que é abominável ao SENHOR, e que Ele odeia, fizeram eles a seus deuses; ...". (Deut 12:30-31)
"Assim diz o SENHOR: 'Não aprendais o caminho dos gentios, ... Porque os costumes dos povos são vaidade; ...'" (Jr 10:2-3).
Deus disse-nos claramente que não aceitará este tipo de adoração: ainda que tenha hoje a intenção de honrá-Lo, teve origem pagã e, como tal, é abominável e honra não a Ele mas sim aos falsos deuses pagãos.
Deus não quer que O honremos "como nos orienta a nossa própria consciência":
"Deus é Espírito; e importa que os que O adoram O adorem em espírito e em verdade". (Joã 4.24).
O que é a verdade? Jesus disse que a Sua palavra, a Bíblia, é a verdade (Joã 17:17). E a Bíblia diz que Deus não aceitará o culto de pessoas que, querendo honrar a Cristo, adotem um costume pagão:
"Mas em vão me adoram, ensinando doutrina que são preceitos dos homens." (Mt 15:9).
A comemoração do Natal é um mandamento (uma tradição) de homens e isto não agrada a Deus.
"E assim invalidastes, pela vossa tradição, o mandamento de Deus" (Mat 15:6).
"Assim não farás ao SENHOR teu Deus; porque tudo o que é abominável ao SENHOR, e que ele odeia, fizeram eles a seus deuses..." (Deut 12:31)
Não podemos honrar e agradar a Deus com elementos de celebrações pagãs!
9. ESTAMOS NA BABILÔNIA, SEM O SABERMOS
Nem precisamos
elaborar: quem pode deixar de ver nauseabundos comercialismo, idolatria, e
contemporização, por trás do "Natal"?... E que diz Deus? Devemos
"adaptar e corrigir o erro"? Ou devemos praticar "tolerância
zero, separação total"?
"Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas." (Ap 18:4)
"Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas." (Ap 18:4)
10. AFINAL, A BÍBLIA MOSTRA QUANDO NASCEU JESUS?
Jesus Cristo
nasceu na festa dos Tabernáculos, a qual acontecia a cada ano, no final do 7º
mês (Iterem) do calendário judaico, que corresponde [mais ou menos, pois o
calendário deles é lunar-solar, o nosso é solar] ao mês de setembro do nosso
calendário. A festa dos Tabernáculos (ou das Cabanas) significava Deus
habitando com o Seu povo. Foi instituída por Deus como memorial, para que o
povo de Israel se lembrasse dos dias de peregrinação pelo deserto, dias em que
o Senhor habitou no Tabernáculo no meio de Seu povo (Lev 23:39-44; Nee 8:13-18
).
Em João 1:14 ("E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.") vemos que o Verbo (Cristo) habitou entre nós. Esta palavra no grego é skenoo = tabernáculo. Devemos ler "E o Verbo se fez carne, e TABERNACULOU entre nós, e...". A festa dos Tabernáculos cumpriu-se em Jesus Cristo, o Emanuel (Isa 7:14) que significa "Deus conosco". Em Cristo se cumpriu não apenas a festa dos Tabernáculos, mas também a festa da Páscoa, na Sua morte (Mat. 26:2; 1Cor 5:7), e a festa do Pentecostes, quando Cristo imergiu dentro do Espírito Santo a todos os que haveriam de ser salvos na dispensação da igreja (Atos 2:1).
Vejamos nas Escrituras alguns detalhes que nos ajudarão a situar cronologicamente o nascimento de Jesus:
Em João 1:14 ("E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.") vemos que o Verbo (Cristo) habitou entre nós. Esta palavra no grego é skenoo = tabernáculo. Devemos ler "E o Verbo se fez carne, e TABERNACULOU entre nós, e...". A festa dos Tabernáculos cumpriu-se em Jesus Cristo, o Emanuel (Isa 7:14) que significa "Deus conosco". Em Cristo se cumpriu não apenas a festa dos Tabernáculos, mas também a festa da Páscoa, na Sua morte (Mat. 26:2; 1Cor 5:7), e a festa do Pentecostes, quando Cristo imergiu dentro do Espírito Santo a todos os que haveriam de ser salvos na dispensação da igreja (Atos 2:1).
Vejamos nas Escrituras alguns detalhes que nos ajudarão a situar cronologicamente o nascimento de Jesus:
· Os levitas eram
divididos em 24 turnos e cada turno ministrava por 1/24 = 15 dias, 2 vezes ao
ano. Os números estão arredondados, pois 24 turnos x 15 dias = 360 dias =/=
365,2422 dias = 1 ano. Durante os sábados especiais, todos os turnos
ministravam juntamente; 1Cr 24:1-19.
· O oitavo turno
pertencia a Abias (1Cr 24:10).
· O primeiro turno
iniciava-se com o primeiro mês do ano judaico – mês de Abibe. Êxo 12:1-2; 13:4;
Deut 16:1; Ex 13:4.
· Usualmente havia 12
meses, alguns deles com 29 dias, outros com 30 dias, totalizando apenas 12 x
29,5 = 354 dias, ficando faltando 11,2422 dias para o ano solar. A cada 3 ou
anos a distorção entre este calendário e o solar era corrigida através da
introdução do mês de Adar II.
Temos a seguinte
correspondência:
|
Mês (número)
|
Mês (nome, em
Hebraico)
|
Turnos
|
Referências
|
|
1
|
Abibe ou Nissan
= março / abril |
1 e 2
|
Êxo 13:4 Ester
3:7
|
|
2
|
Zive = abril /
maio
|
3 e 4
|
1Re 6:13
|
|
3
|
Sivan = maio /
junho
|
5 e 6
|
Est 8:9
|
|
4
|
Tamuz = junho /
julho
|
7 e 8 (Abias)
|
Jer 39:2; Zac
8:19
|
|
5
|
Abe = julho /
agosto
|
9 e 10
|
Núm 33:38
|
|
6
|
Elul: agosto /
setembro
|
11 e 12
|
Nee 6:15
|
|
7
|
Etenim ou Tisri
= setembro / outubro |
13 e 14
|
1Rs 8:2
|
|
8
|
Bul ou Cheshvan
= outubro / novembro |
15 e 16
|
1Rs 6:38
|
|
9
|
Kisleu
= novembro / dezembro |
17 e 18
|
Esd 10:9; Zac 7:
|
|
10
|
Tebete =
dezembro / janeiro
|
19 e 20
|
Est 2:16
|
|
11
|
Sebate = janeiro
/ fevereiro
|
21 e 22
|
Zac 1:7
|
|
12
|
Adar = fevereiro
/ março
|
23 e 24
|
Est 3:7
|
Zacarias, pai de João Batista, era sacerdote e ministrava
no templo durante o "turno de Abias" (Tamuz, i.é, junho / julho) (Luc
1:5,8,9).
Terminado o seu turno voltou para casa e (conforme a promessa que Deus lhe fez) sua esposa Isabel, que era estéril, concebeu João Batista (Luc 1:23-24) no final do mês Tamus (junho / julho) ou início do mês Abe (julho / agosto).
Jesus foi concebido 6 meses depois (Luc 1:24-38), no fim de Tebete (dezembro / janeiro) ou início de Sebate (janeiro / fevereiro).
Nove meses depois, no final de Etenim (que cai em setembro e/ou outubro), mês em que os judeus comemoravam a Festa dos Tabernáculos, Deus veio habitar, veio tabernacular conosco. Nasceu Jesus, o Emanuel ("Deus conosco").
Em 1999, Hélio de M.
Silva adaptou (excluiu/adicionou/modificou) algumas poucas palavras e até
parágrafos de um estudo que estava em 18 sites de língua portuguesa, nenhum
dando o nome do autor, mas parecendo ser tradução/adaptação do livreto
"The Plain Truth About Christmas", publicado em 195x pela Worlwide
Church of God (Armstrongnianismo melhorado?)Terminado o seu turno voltou para casa e (conforme a promessa que Deus lhe fez) sua esposa Isabel, que era estéril, concebeu João Batista (Luc 1:23-24) no final do mês Tamus (junho / julho) ou início do mês Abe (julho / agosto).
Jesus foi concebido 6 meses depois (Luc 1:24-38), no fim de Tebete (dezembro / janeiro) ou início de Sebate (janeiro / fevereiro).
Nove meses depois, no final de Etenim (que cai em setembro e/ou outubro), mês em que os judeus comemoravam a Festa dos Tabernáculos, Deus veio habitar, veio tabernacular conosco. Nasceu Jesus, o Emanuel ("Deus conosco").
No ano 245 d.C., o teólogo Orígenes repudiava a idéia de se festejar o nascimento de Jesus "como se fosse um Faraó". Há inúmeros testemunhos de como os primeiros cristãos valorizavam cada momento da vida de Jesus Cristo, especialmente sua Paixão e Morte na Cruz. No entanto, não era costume na época comemorar o aniversário e portanto não sabiam que dia havia nascido o seu Senhor. Os primeiros testemunhos indicam datas muito variadas, e o primeiro testemunho direto que afirma que Jesus Cristo nasceu no dia 25 de Dezembro é de Sexto Júlio Africano, no ano 221.
De acordo com o almanaque romano, a festa já era celebrada em Roma no ano 336 d.C. Na parte Oriental do Império Romano, comemorava-se em 7 de janeiro o seu nascimento, ocasião do seu batismo, em virtude da não-aceitação do Calendário Gregoriano. No século IV, as igrejas ocidentais passaram a adotar o dia 25 de dezembro para o Natal e o dia 6 de janeiro para Epifania (que significa "manifestação"). Nesse dia comemora-se a visita dos Magos.
A celebração do Natal de Jesus foi instituída oficialmente pelo Papa Libério, no ano 354 d.C.
Segundo estudos, a data de 25 de dezembro não é a data real do nascimento de Jesus. A Igreja entendeu que devia cristianizar as festividades pagãs que os vários povos celebravam por altura do solstício de Inverno.
Portanto, segundo certos eruditos, o dia 25 de dezembro foi adotado para que a data coincidisse com a festividade romana dedicada ao "nascimento do deus sol invencível", que comemorava o solstício do Inverno. No mundo romano, a Saturnália, festividade em honra ao deus Saturno, era comemorada de 17 a 22 de dezembro; era um período de alegria e troca de presentes. O dia 25 de dezembro era tido também como o do nascimento do misterioso deus persa Mitra, o Sol da Virtude.
Assim, em vez de proibir as festividades pagãs, forneceu-lhes simbolismos cristãos e uma nova linguagem cristã. As alusões dos padres da igreja ao simbolismo de Cristo como "o sol de justiça" (Malaquias 4:2) e a "luz do mundo" (João 8:12) expressam o sincretismo religioso.
As evidências confirmam que, num esforço de converter pagãos, os
líderes religiosos adotaram a festa que era celebrada pelos romanos, o
"nascimento do deus sol invencível" (Natalis Invistis Solis), e tentaram
fazê-la parecer “cristã”. Para certas correntes místicas como o
Gnosticismo, a data é perfeitamente adequada para simbolizar o Natal,
por considerarem que o sol é a morada do Cristo Cósmico. Segundo esse
princípio, em tese, o Natal do hemisfério sul deveria ser celebrado em
junho.Há muito tempo se sabe que o Natal tem raízes pagãs. Por causa de sua origem não-bíblica, no século 17 essa festividade foi proibida na Inglaterra e em algumas colônias americanas. Quem ficasse em casa e não fosse trabalhar no dia de Natal era multado. Mas os velhos costumes logo voltaram, e alguns novos foram acrescentados. O Natal voltou a ser um grande feriado religioso, e ainda é em muitos países.
Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre - Natal
É tempo de aprender mais sobre a Origem do Natal, suas festas e tradiões, então, continue navegando:
No ano 245 d.C., o teólogo Orígenes repudiava a idéia de se festejar o nascimento de Jesus "como se fosse um Faraó". Há inúmeros testemunhos de como os primeiros cristãos valorizavam cada momento da vida de Jesus Cristo, especialmente sua Paixão e Morte na Cruz. No entanto, não era costume na época comemorar o aniversário e portanto não sabiam que dia havia nascido o seu Senhor. Os primeiros testemunhos indicam datas muito variadas, e o primeiro testemunho direto que afirma que Jesus Cristo nasceu no dia 25 de Dezembro é de Sexto Júlio Africano, no ano 221.
De acordo com o almanaque romano, a festa já era celebrada em Roma no ano 336 d.C. Na parte Oriental do Império Romano, comemorava-se em 7 de janeiro o seu nascimento, ocasião do seu batismo, em virtude da não-aceitação do Calendário Gregoriano. No século IV, as igrejas ocidentais passaram a adotar o dia 25 de dezembro para o Natal e o dia 6 de janeiro para Epifania (que significa "manifestação"). Nesse dia comemora-se a visita dos Magos.
A celebração do Natal de Jesus foi instituída oficialmente pelo Papa Libério, no ano 354 d.C.
Segundo estudos, a data de 25 de dezembro não é a data real do nascimento de Jesus. A Igreja entendeu que devia cristianizar as festividades pagãs que os vários povos celebravam por altura do solstício de Inverno.
Portanto, segundo certos eruditos, o dia 25 de dezembro foi adotado para que a data coincidisse com a festividade romana dedicada ao "nascimento do deus sol invencível", que comemorava o solstício do Inverno. No mundo romano, a Saturnália, festividade em honra ao deus Saturno, era comemorada de 17 a 22 de dezembro; era um período de alegria e troca de presentes. O dia 25 de dezembro era tido também como o do nascimento do misterioso deus persa Mitra, o Sol da Virtude.
Assim, em vez de proibir as festividades pagãs, forneceu-lhes simbolismos cristãos e uma nova linguagem cristã. As alusões dos padres da igreja ao simbolismo de Cristo como "o sol de justiça" (Malaquias 4:2) e a "luz do mundo" (João 8:12) expressam o sincretismo religioso.
As evidências confirmam que, num esforço de converter pagãos, os
líderes religiosos adotaram a festa que era celebrada pelos romanos, o
"nascimento do deus sol invencível" (Natalis Invistis Solis), e tentaram
fazê-la parecer “cristã”. Para certas correntes místicas como o
Gnosticismo, a data é perfeitamente adequada para simbolizar o Natal,
por considerarem que o sol é a morada do Cristo Cósmico. Segundo esse
princípio, em tese, o Natal do hemisfério sul deveria ser celebrado em
junho.Há muito tempo se sabe que o Natal tem raízes pagãs. Por causa de sua origem não-bíblica, no século 17 essa festividade foi proibida na Inglaterra e em algumas colônias americanas. Quem ficasse em casa e não fosse trabalhar no dia de Natal era multado. Mas os velhos costumes logo voltaram, e alguns novos foram acrescentados. O Natal voltou a ser um grande feriado religioso, e ainda é em muitos países.
Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre - Natal
É tempo de aprender mais sobre a Origem do Natal, suas festas e tradiões, então, continue navegando:
No ano 245 d.C., o teólogo Orígenes
repudiava a idéia de se festejar o nascimento de Jesus "como se fosse
um Faraó". Há inúmeros testemunhos de como os primeiros cristãos
valorizavam cada momento da vida de Jesus Cristo, especialmente sua
Paixão e Morte na Cruz. No entanto, não era costume na época comemorar o
aniversário
e portanto não sabiam que dia havia nascido o seu Senhor. Os primeiros
testemunhos indicam datas muito variadas, e o primeiro testemunho direto
que afirma que Jesus Cristo nasceu no dia 25 de Dezembro é de Sexto
Júlio Africano, no ano 221.De acordo com o almanaque romano, a festa já era celebrada em Roma no ano 336 d.C. Na parte Oriental do Império Romano, comemorava-se em 7 de janeiro o seu nascimento, ocasião do seu batismo, em virtude da não-aceitação do Calendário Gregoriano. No século IV, as igrejas ocidentais passaram a adotar o dia 25 de dezembro para o Natal e o dia 6 de janeiro para Epifania (que significa "manifestação"). Nesse dia comemora-se a visita dos Magos.
A celebração do Natal de Jesus foi instituída oficialmente pelo Papa Libério, no ano 354 d.C.
Segundo estudos, a data de 25 de dezembro não é a data real do nascimento de Jesus. A Igreja entendeu que devia cristianizar as festividades pagãs que os vários povos celebravam por altura do solstício de Inverno.
Portanto, segundo certos eruditos, o dia 25 de dezembro foi adotado para que a data coincidisse com a festividade romana dedicada ao "nascimento do deus sol invencível", que comemorava o solstício do Inverno. No mundo romano, a Saturnália, festividade em honra ao deus Saturno, era comemorada de 17 a 22 de dezembro; era um período de alegria e troca de presentes. O dia 25 de dezembro era tido também como o do nascimento do misterioso deus persa Mitra, o Sol da Virtude.
Assim, em vez de proibir as festividades pagãs, forneceu-lhes simbolismos cristãos e uma nova linguagem cristã. As alusões dos padres da igreja ao simbolismo de Cristo como "o sol de justiça" (Malaquias 4:2) e a "luz do mundo" (João 8:12) expressam o sincretismo religioso.
As evidências confirmam que, num esforço de converter pagãos, os
líderes religiosos adotaram a festa que era celebrada pelos romanos, o
"nascimento do deus sol invencível" (Natalis Invistis Solis), e tentaram
fazê-la parecer “cristã”. Para certas correntes místicas como o
Gnosticismo, a data é perfeitamente adequada para simbolizar o Natal,
por considerarem que o sol é a morada do Cristo Cósmico. Segundo esse
princípio, em tese, o Natal do hemisfério sul deveria ser celebrado em
junho.Há muito tempo se sabe que o Natal tem raízes pagãs. Por causa de sua origem não-bíblica, no século 17 essa festividade foi proibida na Inglaterra e em algumas colônias americanas. Quem ficasse em casa e não fosse trabalhar no dia de Natal era multado. Mas os velhos costumes logo voltaram, e alguns novos foram acrescentados. O Natal voltou a ser um grande feriado religioso, e ainda é em muitos países.
Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre - Natal
É tempo de aprender mais sobre a Origem do Natal, suas festas e tradiões, então, continue navegando:
domingo, 25 de novembro de 2012
O que significa que somos feitos de modo assombrosamente maravilhoso (Salmos 139:14)?
Pergunta: "O que significa que somos feitos de modo assombrosamente maravilhoso (Salmos 139:14)?"
Resposta: Salmos 139:14 declara: “Graças te dou, visto que por modo assombrosamente maravilhoso me formaste; as tuas obras são admiráveis, e a minha alma o sabe muito bem”. O contexto de Salmos 139: 14 é a natureza incrível dos nossos corpos físicos. O corpo humano é o organismo mais complexo e especial do mundo, e essa complexidade e exclusividade falam muito sobre a mente do seu Criador. Todo aspecto do corpo, até mesmo a menor célula microscópica, revela que o corpo é feito de uma forma assombrosamente maravilhosa.
Engenheiros compreendem como planejar traves fortes e leves ao mesmo tempo: eles colocam o material mais forte pelas beiradas do corte transversal e enchem a parte de dentro com material mais leve e delicado. Eles fazem assim porque grandes quantidades de tensão ocorrem nas surperfícies da estrutura quando sustentando curvas comuns ou tensões de torção. O corte transversal de um osso humano revela que material forte está do lado de fora e o lado de dentro é usado como uma fábrica para células sanguíneas de vários tipos. Quando você examina uma câmera SLR sofisticada com sua habilidade de usar mais ou menos luz de acordo com a necessidade da ocasião, e a sua habilidade de focalizar automaticamente em um campo de grande escala, você acha imitações bem semelhantes à operação de um dos nossos globos oculares. E por termos dois globos oculares, também temos percepção de profundidade, a qual dá a um atleta a capacidade de jogar uma bola de futebol americano bem longe ao seu recipiente com bastante precisão, ou para julgarmos quão distante um carro se encontra.
O cérebro humano também é um orgão incrível, feito de modo assombrosamente maravilhoso. Tem a habilidade de aprender, raciocinar e controlar muitas funções automáticas do corpo, tais como a frequência cardíaca, pressão sanguínea, respiração; e para manter o equilíbrio para que possamos andar, correr, ficar em pé, sentar – tudo isso enquanto nos concentramos em outra coisa. Computadores podem ultrapassar o cérebro humano no seu poder de calculação, mas são primitivos em relação à execução de tarefas com mais raciocínio. O cérebro também tem a capacidade incrível de se adaptar. Quando várias pessoas colocaram óculos que fazem o mundo parecer de cabeça para baixo, seus cérebros rapidamente reinterpretaram a informação que estavam recebendo e passaram a ver o mundo sem estar de cabeça para baixo. Quando outros tiveram seus olhos vendados por longos períodos de tempo, o “centro da visão” do cérebro logo começou a ser usado para outras funções. Quando pessoas se mudam para uma casa perto dos trilhos de trem, logo o barulho dos trens é filtrado por seus cérebros, ao ponto que nem percebem mais esse grande barulho que os trens estão fazendo.
Quando se fala de miniaturização, o corpo humano também é feito de modo assombroso e maravilhoso. Por exemplo, a informação necessária para a réplica de um corpo humano inteiro, incluindo todos os detalhes, é armazenado nos espirais de dupla hélice do DNA, os quais são encontrados no núcleo de cada uma das bilhões de células no corpo humano. É incrível que o sistema de informação e controle representado pelo nosso sistema nervoso é tão compacto em comparação às invenções volumosas do homem, cheias de fios e cabos óticos. Cada célula, uma vez chamada de célula “simples”, por menores que sejam, são pequenas fábricas ainda não completamente compreendidas pelo homem. À medida que microscópios se tornam mais e mais poderosos, com a capacidade de magnificar campos cada vez menores, as imagens infinitas da célula humana começam a entrar em foco.
Considere a célula humana que acabou de ser fertilizada em uma nova vida. Daquela única célula, ainda no ventre de sua mãe, vão desenvolver todos os tipos de tecidos, órgãos e sistemas, fazendo com que todos trabalhem juntos ao mesmo tempo – incrível! Um exemplo disso é o buraco no septo entre os dois ventrículos do coração de um bebê recém nascido, o qual fecha no momento certo para permitir a oxigenação do sangue aos pulmões (não usados no ventre).
Além disso, o sistema imunológico do corpo humano é capaz de atacar muitos inimigos e se restaurar do menor conserto (como consertar partes ruins do DNA) aos maiores consertos (consertando ossos e se recuperando de grandes acidentes). Sim, há doenças que eventualmente vão combater e vencer o corpo humano à medida que ficamos mais velhos; isso tudo por causa da Queda do homem ao pecado e da maldição que dele resulta, mas não temos a menor idéia de quantas vezes nosso sistema imunológico nos salvou da morte, a qual certamente teria ocorrido se não tivéssemos tal sistema.
As funções do corpo humano também são incríveis. O contraste de poder lidar com objetos grandes e pesados e ainda poder manipular cuidadosamente um objeto delicado sem quebrá-lo também é impressionante. Podemos usar um arco para atirar uma flecha e repetidamente atingir um alvo distante, digitar rapidamente no teclado do computador sem nem pensar nas teclas; também podemos engatinhar, andar, correr, rodopiar, escalar, nadar, dar cambalhotas, e executar tarefas mais “simples”, tais como: trocar uma lâmpada, escovar os dentes, amarrar os sapatos, sem nem ter que pensar no que estamos fazendo. Essas são realmente coisas “simples”, mas o homem ainda está para inventar e programar um robô que é capaz de executar uma variedade tão incrível de tarefas e movimentos.
A função do sistema digestivo, o fígado e outros órgãos principais, a longevidade do coração, a formação e função dos nervos e dos vasos sanguíneos, a função do sistema linfático, a purificação do sangue através dos rins, a habilidade do sistema reprodutor de criar células que podem se juntar com uma outra célula do sexo oposto e produzir uma nova célula com o dobro de cromossomos, a complexidade do ouvido interno e ouvido médio, os sentidos do paladar e do olfato, e tantas outras coisas que mal podemos entender – cada uma delas é uma maravilha e vai muito além da capacidade humana de completamente duplicá-las.
Somos realmente feitos de modo assombrosamente maravilhoso. Quão agradecidos somos por conhecer através de Seu Filho, Jesus Cristo, esse Deus maravilhoso que nos fez e quão maravilhados ficamos não só por Seu conhecimento, mas por Seu grande amor por nós (Salmos 139:17-18, 23-24).
sábado, 24 de novembro de 2012
Com todas as religiões diferentes, como posso saber qual é a correta?
Pergunta: "Com todas as religiões diferentes, como posso saber qual é a correta?"
Resposta: Não há nenhuma dúvida de que o número de religiões diferentes no mundo torna difícil saber qual é a correta. Primeiro, vamos considerar algumas ideias gerais sobre o assunto para então abordarmos o tópico de uma forma que possa nos ajudar a chegar a uma conclusão verdadeira e correta sobre Deus. O desafio de respostas diferentes a qualquer dado assunto não é exclusivo ao tópico de religião. Por exemplo, você pode se reunir com 100 estudantes de matemática, dar a eles um problema complexo para ser resolvido, e é quase garantido que muitos vão chegar à resposta errada. Mas será que isso significa que uma resposta correta não exista? Claro que não. Aqueles que chegam a uma resposta errada simplesmente precisam que alguém os mostre onde erraram e quais as técnicas necessárias para chegarem ao resultado correto.
O mundo também tem muitos sistemas políticos diferentes, com muitas pessoas que vivem sob tal sistema acreditando que sua forma de governo é a forma correta ou a melhor forma para ordem social ser alcançada. No entanto, até mesmo aqueles que cresceram sob certos regimes políticos e foram totalmente doutrinados a esses sistemas de crença ainda têm a capacidade de reconhecer as falhas de certas formas de governo (ex: fascismo) e de ver que outros sistemas são ‘melhores’ (ex: democracia). Eles fazem isso ao examinarem os fatos e fazerem distinções que importam. A capacidade de discernir é de grande importância na área de religião e em todas as áreas da vida; por isso Tomás de Aquino, um teólogo talentoso que viveu no século 13, afirmou que “a tarefa de todo filósofo é fazer distinções”.
Há várias outras áreas na vida onde respostas diferentes são dadas a certo dilema que tem sido exposto. Isso, no entanto, nos leva à seguinte questão: “Como podemos chegar à verdade sobre Deus”? Podemos chegar a conclusões corretas sobre Deus da mesma forma que chegamos a outras conclusões em outras áreas – usamos uma metodologia sistemática que tem como objetivo separar verdade do erro ao usar vários testes para afirmar o que é verdadeiro, com o resultado final sendo conclusões corretas. Tal abordagem faz sentido à medida que é usada diariamente em outras disciplinas. Você pode imaginar a quais resultados um cientista chegaria se ele entrasse no laboratório e começasse a misturar as coisas sem nenhuma direção? Ou se um médico usasse vários remédios aleatoriamente para tratar um paciente, com a esperança de ajudá-lo a melhorar? Nem o cientista nem o médico utilizam esse método; pelo contrário, eles usam métodos sistemáticos que são metódicos, lógicos, evidentes e que comprovadamente levam aos resultados corretos.
Esse sendo o caso, por que achar que teologia – o estudo de Deus – deve ser diferente? Por que achar que esse estudo pode ser abordado de uma forma aleatória e indisciplinada e ainda chegar aos resultados corretos? No entanto, infelizmente, é assim que muitas pessoas fazem e esse é um dos motivos por que tantas religiões existem. Com isso dito, agora retornamos à pergunta de como chegar a conclusões corretas sobre Deus. Qual método sistemático deve ser usado? Primeiro, devemos estabelecer um sistema de como testar várias afirmações sobre a verdade, para então usarmos um plano que devemos seguir para chegar à conclusão verdadeira. Veja a seguir um bom sistema a ser seguido:
1. Consistência lógica – isso se refere a se um sistema de crença possui afirmações que logicamente concordam umas com as outras e que não se contradizem de qualquer forma. Como um exemplo, o objetivo final do budismo é de se livrar de todos os desejos. No entanto, alguém precisaria ter o desejo de se livrar de todos os desejos – isso é uma contradição e um princípio que não segue a lógica.
2. Suficiência empírica – esse princípio simplesmente faz a seguinte pergunta: há evidência que sustente o sistema de crença (quer a evidência seja racional, evidência externa, etc.)? Naturalmente, é correto querer prova das afirmações importantes para que elas possam ser verificadas. Um exemplo disso é achado no mormonismo. Os mórmons ensinam que Jesus viveu na América do Norte e que grandes cidades existiram antes da nação ser colonizada. No entanto, não há evidência nenhuma que prove que isso era verdade, nem de fontes arqueológicas ou de qualquer outro tipo.
3. Relevância existencial – esse princípio avalia se um sistema de crença se alinha com a realidade do jeito que a conhecemos e se faz uma diferença significante na vida daquele que a segue. O Deísmo, por exemplo, afirma que Deus criou o mundo e o jogou no universo, sem mais interagir ou se importar com aqueles que vivem nesse mundo. Como essa crença pode ter uma influência na rotina diária de tal pessoa? Em resumo, não pode. [Precisamos ter cuidado aqui— só porque algo não importa para certo indivíduo não significa que seja falso.]
A aplicação do sistema acima mencionado, quando relacionado ao tópico de religião, pode nos ajudar a chegar à opinião correta sobre Deus, assim como responder às quatro grandes perguntas da vida:
1. Origem – de onde viemos?
2. Ética – como devemos viver?
3. Sentido – qual é o propósito da vida?
4. Destino – para onde a humanidade está indo?
Entretanto, como pode alguém botar em prática esse sistema na sua procura de Deus? Há várias formas de se fazer isso, mas uma abordagem de pergunta/resposta que possa ser seguida passo a passo é uma das melhores táticas a ser usada. Ao reduzir a lista de perguntas possíveis, em ordem de importância do menos ao mais importante, chegamos à seguinte lista:
1. A verdade absoluta existe?
2. A razão e religião se misturam?
3. Deus existe?
4. Podemos conhecer a Deus?
5. Jesus é Deus?
6. Deus se importa comigo?
Em um curto artigo como este, é impossível entrar em grandes detalhes sobre as perguntas acima, mas uma breve avaliação pode ser feita para mostrar como cada pergunta exclui certos sistemas religiosos e opiniões falsas sobre o mundo para que a verdade sobre Deus possa ser alcançada. Primeiro, precisamos saber se a verdade absoluta realmente existe. Se não, então não podemos realmente ter certeza de nada (espiritual ou não) e acabamos nos tornando ou um agnóstico, sem saber se realmente podemos saber qualquer coisa com certeza, ou um pluralista, aceitando todas as posições possíveis porque não temos certeza se qualquer uma delas é a verdade.
A verdade absoluta é definida como aquela que se alinha com a realidade; aquela que corresponde bem com o seu objeto; descrevendo-o como realmente é. Alguns dizem que a verdade absoluta não existe, mas defender tal posição pode se tornar uma contradição. Por exemplo, o relativista pode dizer: “toda verdade é relativa”. No entanto, devemos nos perguntar: essa afirmação é absolutamente verdade? Se sim, então verdade absoluta existe; se não, então por que devemos considerar tal pergunta? O Pós-modernismo afirma que nenhuma verdade existe, ao mesmo tempo afirmando pelo menos uma verdade absoluta: o pós-modernismo é verdadeiro. Podemos ver como essas afirmações se contradizem. No final, verdade absoluta acaba sendo algo que não podemos negar.
Além do mais – e é importante entender isso bem – a verdade absoluta é naturalmente estreita e exclui tudo que a ela se opõe. Dois mais dois é quatro e apenas quatro; nenhuma outra resposta é possível. Compreender isso é de grande importância à medida que comparamos dois diferentes sistemas de crença e pontos de vista. Se um sistema de crença tiver componentes que são comprovadamente verdadeiros, então qualquer crença que compita com afirmações contrárias tem que ser falsa. Além disso, precisamos lembrar que verdade absoluta não é influenciada por sinceridade ou desejo. Não importa quão sinceramente alguém abrace uma mentira, ela ainda continuará sendo uma mentira. E nenhum desejo no mundo pode tornar algo verdadeiro em mentira. Alguém pode sinceramente louvar uma divindade que chamam de ‘deusa de pétalas de rosa’ e realmente acreditar que tal ser exista, mas quando a existência dessa divindade for investigada e provada falsa, seria tolice continuar a adorar tal divindade. Por mais duro que isso seja, uma das definições de ‘louco’ é a perda de contato com a realidade. E a realidade é que a ‘deusa de pétalas de rosa’ não existe.
A conclusão à qual chegamos em relação à primeira pergunta é que verdade absoluta existe. Esse sendo o caso, o agnosticismo (a crença que diz que a verdade não pode ser conhecida), pós-modernismo, relativismo e cepticismo são todos posições falsas.
Isso nos leva à próxima questão de se razão/lógica pode ser usada em assuntos de religião. Alguns dizem que isso não é possível, mas a pergunta é – por que não? A verdade é que a lógica é de grande importância quando examinando afirmações espirituais, pois ela nos ajuda a discernir quais afirmações devem ser excluídas e quais devem ser adotadas. A lógica é absolutamente essencial para desmanchar o pluralismo (o qual diz que todas as afirmações sobre a verdade, mesmo quando se opõem, são iguais e válidas).
Por exemplo, o Islamismo e Judaísmo alegam que Jesus não é Deus, enquanto que o Cristianismo alega que Ele é. Uma das leis centrais da lógica é a lei da não-contradição, a qual diz que algo não pode ser “A” e “Não-A” ao mesmo tempo e no mesmo sentido. Então, ao aplicar essa lei às alegações do Judaísmo, Islamismo e Cristianismo, aprendemos que uma é verdadeira e as outras são falsas. Jesus não pode ser Deus e não Deus ao mesmo tempo. Usada corretamente, a lógica é uma arma potente contra o pluralismo porque ela demonstra claramente que as afirmações sobre a verdade que são contrárias umas às outras não podem ser verdadeiras ao mesmo tempo. Esse entendimento derrota a mentalidade de que algo pode ser “verdade para você e não para mim”; por exemplo, Jesus não pode ser Deus para uma pessoa e não Deus para outra – Ele ou é Deus ou não, ponto final.
A lógica também rejeita a analogia de que “todas as estradas levam ao mesmo destino” que os pluralistas usam. A lógica mostra que cada sistema de crença tem o seu sistema de sinais e direções que apontam para localidades radicalmente diferentes no final. Ao invés da analogia das “estradas”, a lógica mostra que a ilustração adequada da procura pela verdade espiritual é mais como um labirinto – apenas um caminho chega à verdade, enquanto que os outros chegam apenas a ruas sem saída. Todos os tipos de fé podem ter algum tipo de similaridades, mas diferem bastante em suas doutrinas centrais. Como o poeta Steve Turner escreve em parte do seu poema chamado de “Credo”:
“Acreditamos que todas as religiões sejam basicamente as mesmas.
Todas acreditam em amor e bondade.
Elas apenas diferem em assuntos sobre a criação,
Pecado, céu, inferno, Deus e salvação.”
A conclusão é que você pode usar razão e lógica em assuntos de religião. Esse sendo o caso, o pluralismo (a crença de que todas as afirmações sobre a verdade são igualmente verdadeiras e válidas) é descartado porque é ilógico e contraditório acreditar que afirmações completamente opostas possam ser verdadeiras ao mesmo tempo.
A seguir vem a grande pergunta: Deus existe ou não? Se não, então você acaba sendo um ateísta e um naturalista (alguém que não acredita em nada supernatural ou que vai além do mundo e universo físico). Muitos e muitos livros têm sido escritos e muitos debates sobre essa pergunta têm ocorrido durante toda a história... no entanto, a resposta é, na verdade, muito simples. Primeiramente, precisamos nos fazer a seguinte pergunta: Por que temos algo ao invés do nada? Em outras palavras, como é que você e tudo ao se redor chegaram aqui? Jonathan Edwards, um dos grandes pregadores do Grande Despertamento, nos deu a seguinte resposta:
Algo existe.
Não se ganha algo do nada.
Portanto, é necessário que um Ser eterno exista.
Você não pode negar que existe porque você tem que existir para negar a sua própria existência (a premissa derrota a si mesma), então a premissa acima é verdadeira. Ninguém acredita que se possa ter algo do nada (quer dizer, que o ‘nada’ produziu o universo), então a segunda premissa é verdadeira. Portanto, a terceira premissa tem que ser verdadeira – um Ser eterno responsável por tudo tem que existir.
Isso é algo que nenhum ateu pode negar; a diferença é que eles afirmam que o universo é esse ser eterno. No entanto, o problema com essa posição é que toda a evidência científica aponta para a conclusão de que o universo teve um início (o ‘big bang’).Tudo que teve um início tem que ter uma causa; portanto, o universo tem uma causa e não é eterno. Agora, porque as duas únicas possíveis fontes de eternalidade são um universo eterno (que tem sido provado não ser verdade) ou um Criador eterno, a única conclusão lógica a ser alcançada é que Deus existe. Note também que responder à pergunta da existência de Deus na afirmativa descarta o ateísmo como um sistema de crença válido.
Essa conclusão não diz nada sobre que tipo de Deus existe, mas faz uma coisa muito importante – descarta todas as religiões panteístas. Todos os pontos de vista panteístas dizem que o universo é Deus e é eterno. Essa afirmação é falsa. Pode até parecer intolerante, mas é verdade que religiões como o hinduísmo, budismo, jainismo não podem ser consideradas válidas.
Além do mais, aprendemos algumas coisas bem interessantes sobre o Deus que criou o universo. Aprendemos que Ele é:
• Supernatural em sua natureza (já que Ele existe fora de Sua criação)
• Muito poderoso (por ter criado tudo que hoje existe)
• Eterno e imutável (auto-existente, já que Ele criou o tempo e espaço e não é por eles limitado)
• Onipresente (Ele criou espaço e não é a ele limitado)
• Imaterial (porque Ele transcende espaço/o físico)
• Pessoal (o impessoal não pode criar personalidade)
• Necessário (tudo que existe depende dEle)
• Infinito e singular (já que não se pode ter dois infinitos)
• Diverso, ao mesmo tempo possuindo unidade (já que a natureza exibe diversidade)
• Inteligente (supremo, por ter criado tudo que existe)
• Intencional (deliberadamente criou tudo que existe)
• Moral (nenhuma lei moral poderia ter existido sem Aquele que a criou)
• Ele se importa conosco (ou nenhuma lei moral nos teria sido dada)
Esse Ser exibe características bem semelhantes ao Deus do Judaísmo, Islamismo e Cristianismo. É interessante notar que essas fés são as únicas que sobram quando o ateísmo e panteísmo são descartados. Note também que umas das grandes perguntas na vida (origem) agora foi respondida: sabemos enfim de onde viemos.
Isso então nos leva à próxima pergunta: podemos conhecer a Deus? A esse ponto, a necessidade de religião é substituída por algo mais importante – a necessidade de revelação. Se a humanidade vai conhecer Deus bem, é preciso que Deus escolha Se revelar à Sua criação. Tanto o Judaísmo quanto o Islamismo e Cristianismo afirmam ter um livro que é a revelação de Deus aos homens, mas a pergunta é: qual livro (se é que um deles) é verdade? Deixando de lado pequenas diferenças, as duas ideias principais que são discutidas são (1) o Novo Testamento da Bíblia (2) a pessoa de Jesus Cristo. Tanto o Islamismo quando o Judaísmo afirmam que o Novo Testamento da Bíblia não contém verdades, e os dois negam que Jesus Cristo é Deus em carne, enquanto que o Cristianismo afirma que os dois são verdadeiros.
Novamente, por questão de tempo não podemos exibir uma defesa exaustiva do Novo Testamento e da identidade de Cristo, mas há alguns pontos importantes que precisamos considerar. Não estamos sendo orgulhosos em dizer que não há nenhuma fé no planeta que se compare com o Cristianismo em relação à quantidade de evidência que existe ao seu favor. Da grande quantidade de manuscritos antigos (5,000+), aos documentos históricos mais recentes que foram escritos durante a vida das testemunhas oculares (alguns escritos apenas 15 anos depois da morte de Cristo), à grande variedade de narrativas que foram registradas (nove autores em 27 livros do Novo Testamento), à evidência arqueológica que tem sido encontrada – nenhuma jamais contradisse uma sequer afirmação do Novo Testamento- ao ponto de que os apóstolos morreram afirmando que tinham visto Jesus agindo e que Ele tinha retornado dos mortos. O Cristianismo ganha de longe, em termos de providenciar evidências e provas que sustentem as suas afirmações. A autenticidade histórica do Novo Testamento – a afirmação de que o Novo Testamento transmite uma narrativa verídica dos eventos que realmente aconteceram – é a única conclusão correta à qual podemos chegar quando todas as evidências forem examinadas.
Quanto a Jesus Cristo, é curioso ver que Ele clamou ser Deus em carne. As próprias palavras de Deus (ex: “Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão existisse, eu sou”), Suas ações (ex: perdoando pecados, aceitando louvor nove vezes), Sua vida milagrosa e sem pecado (a qual Ele usou para provar suas afirmações e refutar afirmações contrárias) e Sua ressurreição sustentam suas afirmações de ser Deus. Os autores do Novo Testamento também concordam com Jesus em seus manuscritos.
Algo a mais a ser considerado – se Jesus for Deus, então o que Ele diz tem que ser verdade. E se Jesus disse que a Bíblia é inerrante e verdadeira em tudo (e Ele disse), isso significa que a Bíblia é a verdade. Como já aprendemos, duas afirmações que se contradizem não podem ser verdadeiras ao mesmo tempo. Qualquer ensinamento do Corão ou Judaísmo que contradiga o que a Bíblia fala não pode ser verdade. De fato, o Islamismo e o Judaísmo são falsos, pois os dois dizem que Jesus não é Deus encarnado, embora as evidências comprovem o contrário. Porque podemos realmente conhecer a Deus (já que Ele Se revelou aos homens, tanto na Palavra Escrita quanto em Cristo), todas as formas de agnosticismo são descartadas. Por último, uma outra grande pergunta da vida é respondida – a pergunta sobre ética – já que a Bíblia contém instruções bem claras sobre como a humanidade deve viver.
Finalmente, essa mesma Bíblia proclama que Deus se importa muito pela humanidade e deseja que o conheçamos muito bem. Na verdade, Ele se importa tanto que Se tornou homem para mostrar à Sua criação exatamente como Deus realmente é. Muitos homens já tentaram ser Deus, mas apenas um Deus se tornou homem para que aqueles que tanto ama pudessem ser salvos de uma eternidade longe dEle. Esse fato demonstra a relevância existencial do Cristianismo e também responde às últimas duas perguntas sobre a vida – a de significado e destino. Cada pessoa foi criada por Deus para um propósito especial e cada uma tem um destino que a aguarda – vida eterna com Deus ou separação eterna dEle. Note também que essa conclusão (e o fato de Deus ter se tornado homem em Cristo) refuta o Deísmo – o qual diz que Deus não está interessado em nada no que diz respeito à humanidade.
No final, vemos que a verdade sobre Deus pode ser encontrada e o labirinto navegado com sucesso quando aderimos ao sistema que testa as afirmações sobre o que é verdade e usamos um método sistemático que deixa de lado todas as falsidades, fazendo com que só a verdade sobre. Quando usamos os testes de consistência lógica, suficiência empírica, relevância existencial e fazemos as perguntas corretas, o resultado é uma conclusão verdadeira e lógica sobre religião e Deus. No final, todos devem concordar que a única razão para acreditar em algo é porque esse algo é a verdade – e nada mais. Triste dizer que hoje em dia a crença verdadeira virou uma questão de vontade e não importa quanta evidência lógica seja apresentada, alguns ainda escolherão negar a Deus.
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