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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

O NATAL VEIO DO PAGANISMO.

PROVAS NA HISTÓRIA E NA BÍBLIA.


Enciclopédia Católica (edição de 1911): "A festa do Natal não estava incluída entre as primeiras festividades da Igreja... os primeiros indícios dela são provenientes do Egito... os costumes pagãos relacionados com o princípio do ano se concentravam na festa do Natal".

Orígenes, um dos chamados pais da Igreja (ver mesma enciclopédia acima): "... não vemos nas Escrituras ninguém que haja celebrado uma festa ou celebrado um grande banquete no dia do seu natalício. Somente os pecadores (como Faraó e Herodes) celebraram com grande regozijo o dia em que nasceram neste mundo".

Autoridades históricas demonstram que, durante os primeiros 3 séculos da nossa era, os cristãos não celebraram o Natal. Esta festa só começou a ser introduzida após o início da formação daquele sistema que hoje é conhecido como Igreja Romana (isto é, no século 4o). Somente no século 5o foi oficialmente ordenado que o Natal fosse observado para sempre, como festa cristã, no mesmo dia da secular festividade romana em honra ao nascimento do deus Sol, já que não se conhecia a data exata do nascimento de Cristo.

Se fosse da vontade de Deus que guardássemos e celebrássemos o aniversário do NASCIMENTO de Jesus Cristo, Ele não haveria ocultado sua data exata, nem nos deixaria sem nenhuma menção a esta comemoração, em toda a Bíblia. Ao invés de envolvermo-nos numa festa de origem não encontrada na Bíblia mas somente no paganismo, somos ordenados a adorar Deus, a relembrar biblicamente a MORTE do nosso Salvador, e a biblicamente pregar esta MORTE e seu significado, a vitoriosa RESSURREIÇÃO do nosso Salvador, Sua próxima VINDA gloriosa, sua mensagem de SALVAÇÃO para os que crêem verdadeiramente e PERDIÇÃO para os não crentes verdadeiros.

1. JESUS NÃO NASCEU EM 25 DE DEZEMBRO

Quando Ele nasceu "... havia naquela mesma comarca pastores que estavam no campo, e guardavam, durante as vigílias da noite, o seu rebanho."  (Lucas 2:8). Isto jamais pôde acontecer na Judéia durante o mês de dezembro: os pastores tiravam seus rebanhos dos campos em meados de outubro e [ainda mais à noite] os abrigavam para protegê-los do inverno que se aproximava, tempo frio e de muitas chuvas (Adam Clark Commentary, vol. 5, página 370). A Bíblia mesmo prova, em Cant 2:1 e Esd 10:9,13, que o inverno era época de chuvas, o que tornava impossível a permanência dos pastores com seus rebanhos durante as frígidas noite, no campo. É também pouco provável que um recenseamento fosse convocado para a época de chuvas e frio (Lucas 2:1).

2. COMO ESTA FESTA SE INTRODUZIU NAS IGREJAS?

 The New Schaff-Herzog Encyclopedia of Religious Knowledge (A Nova Enciclopédia de Conhecimento Religioso, de Schaff-Herzog) explica claramente em seu artigo sobre o Natal:
"Não se pode determinar com precisão até que ponto a data desta festividade teve origem na pagã Brumália (25 de dezembro), que seguia a Saturnália (17 a 24 de dezembro) e comemorava o nascimento do deus sol, no dia mais curto do ano.

As festividades pagãs de Saturnália e Brumália estavam demasiadamente arraigadas nos costumes populares para serem suprimidos pela influência cristã. Essas festas agradavam tanto que os cristãos viram com simpatia uma desculpa para continuar celebrando-as sem maiores mudanças no espírito e na forma de sua observância. Pregadores cristãos do ocidente e do oriente próximo protestaram contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam a seus irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao sol por aceitar como cristã essa festividade pagã.

Recordemos que o mundo romano havia sido pagão. Antes do século 4o os cristãos eram poucos, embora estivessem aumentando em número, e eram perseguidos pelo governo e pelos pagãos. Porém, com a vinda do imperador Constantino (no século 4o) que se declarou cristão, elevando o cristianismo a um nível de igualdade com o paganismo, o mundo romano começou a aceitar este cristianismo popularizado e os novos adeptos somaram a centenas de milhares.

Tenhamos em conta que esta gente havia sido educada nos costumes pagãos, sendo o principal aquela festa idólatra de 25 de dezembro. Era uma festa de alegria [carnal] muito especial. Agradava ao povo! Não queriam suprimi-la."

O artigo já citado da "The New Schaff-Herzog Encyclopedia of Religious Knowledge" revela como Constantino e a influência do maniqueísmo (que identificava o Filho de Deus com o sol) levaram aqueles pagãos do século 4o (que tinham [pseudamente] se "convertido em massa" ao [pseudo] "cristianismo") a adaptarem a sua festa do dia 25 de dezembro (dia do nascimento do deus sol), dando-lhe o título de dia do natal do Filho de Deus.

Assim foi como o Natal se introduziu em nosso mundo ocidental! Ainda que tenha outro nome, continua sendo, em espírito, a festa pagã de culto ao sol. Apenas mudou o nome. Podemos chamar de leão a uma lebre, mas por isto ela não deixará de ser lebre.

A Enciclopédia Britânica diz:

"A partir do ano 354 alguns latinos puderam mudar de 6 de janeiro para 25 de dezembro a festa que até então era chamada de Mitraica, o aniversário do invencível sol... os sírios e os armênios idólatras e adoradores do sol, apegando-se à data de 6 de janeiro, acusavam os romanos, sustentando que a festa de 25 de dezembro havia sido inventada pelos discípulos de Cerinto."


3. A VERDADEIRA ORIGEM DO NATAL

O Natal é uma das principais tradições do sistema corrupto chamado Babilônia, fundado por Nimrode, neto de Cam, filho de Noé. O nome Nimrode se deriva da palavra "marad", que significa "rebelar". Nimrode foi poderoso caçador CONTRA Deus (Gn 10:9). Para combater a ordem de espalhar-se:
- criou a instituição de ajuntamentos (cidades);
- construiu a torre de Babel (a Babilônia original) como um quádruplo desafio a Deus (ajuntamento, tocar aos céus, fama eterna, adoração aos astros);
- fundou Nínive e muitas outras cidades;
- organizou o primeiro reino deste mundo.
A Babilônia é um sistema organizado de impérios e governos humanos, de explorações econômicas, e de todos os matizes de idolatria e ocultismo.

Nimrode era tão pervertido que, segundo escritos, casou-se com sua própria mãe, cujo nome era Semiramis. Depois de prematuramente morto, sua mãe-esposa propagou a perversa doutrina da reencarnação de Nimrode em seu filho Tamuz. Ela declarou que, em cada aniversário de seu natal (nascimento), Nimrode desejaria presentes em uma árvore. A data de seu nascimento era 25 de dezembro. Aqui está a verdadeira origem da árvore de Natal.

Semiramis se converteu na "rainha do céu" e Nimrode, sob diversos nomes, se tornou o "divino filho do céu". Depois de várias gerações desta adoração idólatra, Nimrode também se tornou um falso messias, filho de Baal, o deus-sol. Neste falso sistema babilônico, a mãe e o filho (Semiramis e Nimrode encarnado em seu filho Tamuz) se converteram nos principais objetos de adoração. Esta veneração de "a Madona e Seu Filho" (o par "mãe influente + filho poderoso e obediente à mãe") se estendeu por todo o mundo, com variação de nomes segundo os países e línguas. Por surpreendentemente que pareça, encontramos o equivalente da "Madona", da Mariolatria, muito antes do nascimento de Jesus Cristo!

Nos séculos 4o e 5o os pagãos do mundo romano se "converteram" em massa ao "cristianismo", levando consigo suas antigas crenças e costumes pagãos, dissimulando-os sob nome cristãos. Foi quando se popularizou também a idéia de "a Madona e Seu Filho", especialmente na época do Natal. Os cartões de Natal, as decorações e as cenas do presépio refletem este mesmo tema.

A verdadeira origem do Natal está na antiga Babilônia. Está envolvida na apostasia organizada que tem mantido o mundo no engano desde há muitos séculos! No Egito sempre se creu que o filho de Ísis (nome egípcio da "rainha do céu") nasceu em 25 de dezembro. Os pagãos em todo o mundo conhecido já celebravam esta data séculos antes do nascimento de Cristo.

Jesus, o verdadeiro Messias, não nasceu em 25 de dezembro. Os apóstolos e a igreja primitiva jamais celebraram o natalício de Cristo. Nem nessa data nem em nenhuma outra. Não existe na Bíblia ordem nem instrução alguma para fazê-lo. Porém, existe, sim, a ordem de atentarmos bem e lembrarmos sempre a Sua MORTE (1Co 11:24-26; Joã 13:14-17).

4. OUTROS COSTUMES PAGÃOS, NO NATAL: GUIRLANDA, VELAS, PAPAI NOEL

 A GUIRLANDA (coroa verde adornada com fitas e bolas coloridas) que enfeita as portas de tantos lares é de origem pagã. Dela disse Frederick J. Haskins em seu livro "Answer to Questions" (Respostas a Algumas Perguntas): "[A guirlanda] remonta aos costumes pagãos de adornar edifícios e lugares de adoração para a festividade que se celebrava ao mesmo tempo do [atual] Natal. A árvore de Natal vem do Egito e sua origem é anterior à era Cristã."

Também as VELAS, símbolo tradicional do Natal, são uma velha tradição pagã, pois se acendiam ao ocaso para reanimar ao deus sol, quando este se extinguia para dar lugar à  noite.

PAPAI NOEL é lenda baseada em Nicolau, bispo católico do século 5o. A Enciclopédia Britânica, 11ª edição, vol. 19, páginas 648-649, diz: "São Nicolau, o bispo de Mira, santo venerado pelos gregos e latinos em 6 de dezembro... conta-se uma lenda segundo a qual presenteava ocultamente a três filhas de um homem pobre... deu origem ao costume de dar em secreto na véspera do dia de São Nicolau (6 de dezembro), data que depois foi transferida para o dia de Natal. Daí a associação do Natal com São Nicolau..."

Os pais castigam a seus filhos por dizerem mentiras. Porém, ao chegar o Natal, eles mesmos se encarregam de contar-lhes a mentira de "Papai-Noel", dos "Reis Magos" e do "Menino Deus"! Por isso não é de se estranhar que, ao chegarem à idade adulta, também creiam que Deus é um mero mito.      -      Certo menino, sentindo-se tristemente desiludido ao conhecer a verdade acerca de Papai Noel, comentou a um amiguinho: "Sim, também vou me informar acerca do tal Jesus Cristo!"      -     É cristão ensinar às crianças mitos e mentiras? Deus disse: "... nem mentireis, nem usareis de falsidade cada um  com o seu próximo;"  (Lev 19:11). Ainda que à mente humana pareça bem e justificado, Deus, porém, disse: "Há um caminho que parece direito ao homem, mas o seu fim são os caminhos da morte."  (Prov 16:25).

Estudados os fatos, vemos com assombro que o costume de celebrar o Natal, em realidade, não é costume cristão mas, sim, pagão. Ele constitui um dos caminhos da Babilônia no qual o mundo tem caído!

5. O QUE A BÍBLIA DIZ SOBRE A ÁRVORE DE NATAL?

As falsas religiões sempre utilizaram a madeira, bem como as árvores, com fins de idolatria:

  "Sacrificam sobre os cumes dos montes, e queimam incenso sobre os outeiros, debaixo do carvalho, e do álamo, e do olmeiro, porque é boa a sua sombra; por isso vossas filhas se prostituem, e as vossas noras adulteram." 
(Os 4:13)

  "Não plantarás nenhuma árvore junto ao altar do SENHOR teu Deus, que fizeres para ti."  (Deut 16:21)

Essas árvores ou pedaços de madeira serviam para adoração e culto doméstico. O pinheiro – símbolo natalino – possui a mesma conotação.

6. É BÍBLICA A TROCA DE PRESENTES?

Biblioteca Sacra, vol. 12, páginas 153-155: "A troca de presentes entre amigos é característico tanto do Natal como da Saturnália, e os cristãos seguramente a copiaram dos pagãos, como o demonstra com clareza o conselho de Tertuliano".

O costume de trocar presentes com amigos e parentes durante a época natalina não tem absolutamente nada a ver com o cristianismo! Ele não celebra o nascimento de Jesus Cristo nem O honra! (Suponhamos que alguma pessoa que você estima está aniversariando. Você a honraria comprando presentes para os seus próprios amigos??... Omitiria a pessoa a quem deveria honrar??... Não parece absurdo deste ponto de vista?!...)

Contudo, isto é precisamente o que as pessoas fazem em todo o mundo. Observam um dia em que Cristo não nasceu, gastando muito dinheiro em presentes para parentes e amigos. Porém, anos de experiência nos ensinam que os cristãos confessos se esquecem de dar o que deviam, a Cristo e a Sua obra, no mês de dezembro. Este é o mês em que mais sofre a obra de Deus. Aparentemente as pessoas estão tão ocupadas trocando presentes natalinos que não se lembram de Cristo nem de Sua obra. Depois, durante janeiro a fevereiro, tratam de recuperar tudo o que gastaram no Natal, de modo que muitos, no que se refere ao apoio que dão a Cristo e Sua obra, não voltam à normalidade até março.

Vejamos o que diz a Bíblia em Mateus 2:1,11 com respeito aos presentes que levaram os magos quando Jesus nasceu:

  "E, tendo nascido Jesus em Belém de Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que uns magoS vieram do oriente a Jerusalém, ... E, entrando na CASA, acharam o menino com Maria sua mãe e, prostrando-se, O adoraram; e abrindo os seus tesouros, ofertaram-LHE dádivas: ouro, incenso e mirra."


7. POR QUE OS MAGOS LEVARAM PRESENTES A CRISTO?

Por ser o dia de seu nascimento? De maneira nenhuma! Pois eles chegaram muitas semanas ou meses depois do seu nascimento (Mt 2:16). Ao contrário do que mostram os presépios, Jesus já estava numa casa, não numa estrebaria.

Então, os magos deram presentes uns aos outros para deixar-nos exemplo a ser imitado? Não! Eles não trocaram nenhum presente com seus amigos e familiares, nem entre si mesmos, mas sim presentearam unicamente a CRISTO.

Por que? O mencionado comentário bíblico de Adan Clarke, vol. 5, pg.46, diz: "Versículo 11 ("ofereceram-lhe presentes"). No Oriente não se costuma entrar na presença de reis ou pessoas importantes com as mãos vazias. Este costume ocorre com freqüência no Velho Testamento e ainda persiste no Oriente e em algumas ilhas do Pacífico Sul."

Aí está! Os magos não estavam instituindo um novo costume cristão de troca-troca de presentes para honrar o nascimento de Jesus Cristo! Procederam de acordo com um antigo costume Oriental que consistia em levar presentes ao rei ao apresentarem-se a ele. Eles foram pessoalmente à presença do Rei dos Judeus. Portanto, levaram oferendas, da mesma maneira que a rainha de Sabá levou a Salomão, e assim como levam aqueles que hoje visitam um chefe de estado.

O costume de trocas de presentes de Natal nada tem a ver com o nascimento do Cristo de Deus, é apenas a continuação de um costume pagão.

8. UM "NATAL CORRIGIDAMENTE CRISTÃO"  PODERIA REALMENTE HONRAR A CRISTO?

Há pessoas que insistem em que, apesar das raízes do Natal estarem no paganismo, agora elas não observam o Natal para honrarem um falso deus, o deus sol, senão para honrarem a Jesus Cristo. Mas diz Deus:

  "Guarda-te, que não te enlaces seguindo-as, ...; e que não perguntes acerca dos seus deuses, dizendo: 'Assim como serviram estas nações os seus deuses, do mesmo modo também farei eu.'    Assim não farás ao SENHOR teu Deus; porque tudo o que é abominável ao SENHOR, e que Ele odeia, fizeram eles a seus deuses; ...". 
(Deut 12:30-31)

  "Assim diz o SENHOR: 'Não aprendais o caminho dos gentios, ...    Porque os costumes dos povos são vaidade; ...'"
(Jr 10:2-3).

Deus disse-nos claramente que não aceitará este tipo de adoração: ainda que tenha hoje a intenção de honrá-Lo, teve origem pagã e, como tal, é abominável e honra não a Ele mas sim aos falsos deuses pagãos.

Deus não quer que O honremos "como nos orienta a nossa própria consciência":

    "Deus é Espírito; e importa que os que O adoram O adorem em espírito e em verdade".
(Joã 4.24).

O que é a verdade? Jesus disse que a Sua palavra, a Bíblia, é a verdade (Joã 17:17).  E a Bíblia diz que Deus não aceitará o culto de pessoas que, querendo honrar a Cristo, adotem um costume pagão:

    "Mas em vão me adoram, ensinando doutrina que são preceitos dos homens."
(Mt 15:9).

A comemoração do Natal é um mandamento (uma tradição) de homens e isto não agrada a Deus.

    "E assim invalidastes, pela vossa tradição, o mandamento de Deus"
(Mat 15:6).
    "Assim não farás ao SENHOR teu Deus; porque tudo o que é abominável ao SENHOR, e que ele odeia, fizeram eles a seus deuses..."  (Deut 12:31)

Não podemos honrar e agradar a Deus com elementos de celebrações pagãs!

9. ESTAMOS NA BABILÔNIA, SEM O SABERMOS

Nem precisamos elaborar: quem pode deixar de ver nauseabundos comercialismo, idolatria, e contemporização, por trás do "Natal"?... E que diz Deus? Devemos "adaptar e corrigir o erro"? Ou devemos praticar "tolerância zero, separação total"?

  "Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas."
(Ap 18:4)


 

10. AFINAL, A BÍBLIA MOSTRA QUANDO NASCEU JESUS?

Jesus Cristo nasceu na festa dos Tabernáculos, a qual acontecia a cada ano, no final do 7º mês (Iterem) do calendário judaico, que corresponde [mais ou menos, pois o calendário deles é lunar-solar, o nosso é solar] ao mês de setembro do nosso calendário. A festa dos Tabernáculos (ou das Cabanas) significava Deus habitando com o Seu povo. Foi instituída por Deus como memorial, para que o povo de Israel se lembrasse dos dias de peregrinação pelo deserto, dias em que o Senhor habitou no Tabernáculo no meio de Seu povo (Lev 23:39-44; Nee 8:13-18 ).

Em João 1:14 ("E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.") vemos que o Verbo (Cristo) habitou entre nós. Esta palavra no grego é skenoo = tabernáculo. Devemos ler "E o Verbo se fez carne, e TABERNACULOU entre nós, e...". A festa dos Tabernáculos cumpriu-se em Jesus Cristo, o Emanuel (Isa 7:14)  que significa "Deus conosco". Em Cristo se cumpriu não apenas a festa dos Tabernáculos, mas também a festa da Páscoa, na Sua morte  (Mat. 26:2; 1Cor 5:7), e a festa do Pentecostes, quando Cristo imergiu dentro do Espírito Santo a todos os que haveriam de ser salvos na dispensação da igreja (Atos 2:1).

Vejamos nas Escrituras alguns detalhes que nos ajudarão a situar cronologicamente o nascimento de Jesus:
·        Os levitas eram divididos em 24 turnos e cada turno ministrava por 1/24 = 15 dias, 2 vezes ao ano. Os números estão arredondados, pois 24 turnos x 15 dias = 360 dias =/= 365,2422 dias = 1 ano. Durante os sábados especiais, todos os turnos ministravam juntamente; 1Cr 24:1-19.
·        O oitavo turno pertencia a Abias (1Cr 24:10).
·        O primeiro turno iniciava-se com o primeiro mês do ano judaico – mês de Abibe. Êxo 12:1-2; 13:4; Deut 16:1; Ex 13:4.
·        Usualmente havia 12 meses, alguns deles com 29 dias, outros com 30 dias, totalizando apenas 12 x 29,5 = 354 dias, ficando faltando 11,2422 dias para o ano solar. A cada 3 ou anos a distorção entre este calendário e o solar era corrigida através da introdução do mês de Adar II.
Temos a seguinte correspondência:
Mês (número)
Mês (nome, em Hebraico)
Turnos
Referências
1
Abibe ou Nissan
= março / abril
1 e 2
Êxo 13:4 Ester 3:7
2
Zive = abril / maio
3 e 4
1Re 6:13
3
Sivan = maio / junho
5 e 6
Est 8:9
4
Tamuz = junho / julho
7 e 8 (Abias)
Jer 39:2; Zac 8:19
5
Abe = julho / agosto
9 e 10
Núm 33:38
6
Elul: agosto / setembro
11 e 12
Nee 6:15
7
Etenim ou Tisri
= setembro / outubro
13 e 14
1Rs 8:2
8
Bul ou Cheshvan
= outubro / novembro
15 e 16
1Rs 6:38
9
Kisleu
= novembro / dezembro
17 e 18
Esd 10:9; Zac 7:
10
Tebete = dezembro / janeiro
19 e 20
Est 2:16
11
Sebate = janeiro / fevereiro
21 e 22
Zac 1:7
12
Adar = fevereiro / março
23 e 24
Est 3:7
                                                                 
Zacarias, pai de João Batista, era sacerdote e ministrava no templo durante o "turno de Abias" (Tamuz, i.é, junho / julho) (Luc 1:5,8,9).
Terminado o seu turno voltou para casa e (conforme a promessa que Deus lhe fez) sua esposa Isabel, que era estéril, concebeu João Batista (Luc 1:23-24) no final do mês Tamus (junho / julho) ou início do mês Abe (julho / agosto).
Jesus foi concebido 6 meses depois (Luc 1:24-38), no fim de Tebete (dezembro / janeiro) ou início de Sebate (janeiro / fevereiro).
Nove meses depois, no final de Etenim (que cai em setembro e/ou outubro), mês em que os judeus comemoravam a Festa dos Tabernáculos, Deus veio habitar, veio tabernacular conosco. Nasceu Jesus, o Emanuel ("Deus conosco").

A verdadeira história do Natal

A humanidade comemora essa data desde bem antes do nascimento de Jesus. Conheça o bolo de tradições que deram origem à Noite Feliz

Roma, século 2, dia 25 de dezembro. A população está em festa, em homenagem ao nascimento daquele que veio para trazer benevolência, sabedoria e solidariedade aos homens. Cultos religiosos celebram o ícone, nessa que é a data mais sagrada do ano. Enquanto isso, as famílias apreciam os presentes trocados dias antes e se recuperam de uma longa comilança. Mas não. Essa comemoração não é o Natal. Trata-se de uma homenagem à data de "nascimento" do deus persa Mitra, que representa a luz e, ao longo do século 2, tornou-se uma das divindades mais respeitadas entre os romanos. Qualquer semelhança com o feriado cristão, no entanto, não é mera coincidência.
A história do Natal começa, na verdade, pelo menos 7 mil anos antes do nascimento de Jesus. É tão antiga quanto a civilização e tem um motivo bem prático: celebrar o solstício de inverno, a noite mais longa do ano no hemisfério norte, que acontece no final de dezembro. Dessa madrugada em diante, o sol fica cada vez mais tempo no céu, até o auge do verão. É o ponto de virada das trevas para luz: o "renascimento" do Sol. Num tempo em que o homem deixava de ser um caçador errante e começava a dominar a agricultura, a volta dos dias mais longos significava a certeza de colheitas no ano seguinte. E então era só festa. Na Mesopotâmia, a celebração durava 12 dias. Já os gregos aproveitavam o solstício para cultuar Dionísio, o deus do vinho e da vida mansa, enquanto os egípcios relembravam a passagem do deus Osíris para o mundo dos mortos. Na China, as homenagens eram (e ainda são) para o símbolo do yin-yang, que representa a harmonia da natureza. Até povos antigos da Grã-Bretanha, mais primitivos que seus contemporâneos do Oriente, comemoravam: o forrobodó era em volta de Stonehenge, monumento que começou a ser erguido em 3100 a.C. para marcar a trajetória do Sol ao longo do ano.
A comemoração em Roma, então, era só mais um reflexo de tudo isso. Cultuar Mitra, o deus da luz, no 25 de dezembro era nada mais do que festejar o velho solstício de inverno - pelo calendário atual, diferente daquele dos romanos, o fenômeno na verdade acontece no dia 20 ou 21, dependendo do ano. Seja como for, esse culto é o que daria origem ao nosso Natal. Ele chegou à Europa lá pelo século 4 a.C., quando Alexandre, o Grande, conquistou o Oriente Médio. Centenas de anos depois, soldados romanos viraram devotos da divindade. E ela foi parar no centro do Império.

A verdadeira história do natal

Origens Pagãs
mitra.jpgQuando buscamos a verdadeira história do Natal, acabamos diante de rituais e deuses pagãos. Sabemos que Jesus Cristo foi colocado numa festa que nada tinha haver com Ele. O verdadeiro simbolismo de Natal oculta transcendentes mistérios. Esta festividade tem sua origem fixada no paganismo. Era um dia consagrado à celebração do “Sol Invicto”. O Sol tem sua representação no deus greco-romano Apolo e, seus equivalentes entre outros povos pagãos são diversos: Ra, o deus egípcio, Utudos na Babilônia, Surya da Índia e também Baal e Mitra.
Mitra era muito apreciado pelos romanos, seus rituais eram apenas homens que participavam. Era uma religião de iniciação secreta, semelhante aos existes na Maçonaria. Aureliano (227-275 d.C), Imperador da Roma, estabeleceu no ano de 273 d.C., o dia do nascimento do Sol em 25 de dezembro “Natalis Solis Invcti”, que significava o nascimento do Sol invencível. Todo O Império passou a comemorar neste dia o nascimento de Mitra-Menino, Deus Indo-Persa da Luz, que também foi visitado por magos que lhe ofertaram mirra, incenso e ouro. Era também nesta noite o início do Solstício de Inverno, segundo o Calendário Juliano, que seguia a “Saturnalia” (17 a 24 de dezembro), festa em homenagem à Saturno. Era portanto, solenizado o dia mais curto do ano no Hemisfério Norte e o nascimento de um Novo Sol. Este fenômeno astronômico é exatamente o oposto em nosso Hemisfério Sul.
Estas festividades pagãs estavam muito arraigadas nos costumes populares desde os tempos imemoráveis para serem suprimidas com a advento do Cristianismo, incluso como religião oficial por Decreto por Constantino (317-337 d.C), então Imperador de Roma. Como antigo adorador do Sol, sua influência foi configurada quando ele fez do dia 25 de dezembro uma Festa Cristã. Ele transformou as celebrações de homenagens à Mitra, Baal, Apolo e outros deuses, na festa de nascimento de Jesus Cristo. Uma forma de sincretismo religioso. Assim, rituais, crenças, costumes e mitos pagãos passam a ser patrimônio da “Nova Fé”, convertendo-se deuses locais em santos, virgens em anjos e transformando ancestrais santuários em Igrejas de culto cristão. Deve-se levar em consideração que o universo romano foi educado com os costumes pagãos, portanto não poderia ocorrer nada diferente.
Todavia, o povo cristão do Oriente, adaptou esta celebração para 6 de janeiro, possivelmente por uma reminiscência pagã também, pois esta é a data da aparição de Osíris entre os egípcios e de Dionísio entre os gregos.
Jesus, o “Filho do Sol”
filhodosol.jpgNo quociente Mitraísmo/Cristianismo se observa surpreendentes analogias. Mitra era o mediador entre Deus e os homens. Assegurava salvação mediante sacrifício. Seu culto compreendia batismo, comunhão e sacerdotes. A Igreja Católica Romana, simplesmente “paganizou” Jesus. Modificou-se somente o significado, mantendo-se idêntico o culto. Cristo, substituiu Mitra, o “Filho do Sol”, constituindo assim um “Mito” solar equivalente, circundado por 12 Apóstolos. Aliás, curiosa e sugestivamente, 12 (n. de apóstolos), coincide com o número de constelações. Complementando as analogias astronômicas: a estrela de Belém seria a conjunção de Júpiter com Saturno na constelação do ano 7 a.C, com aparência de uma grande estrela.
Nova Ordem
Uma nova ordem foi estabelecida quando o decreto de Constantino oficializa o Cristianismo. Logo, livres de toda opressão, os que então eram perseguidos se convertem em perseguidores. Todos os pagãos que se atrevessem a se opor as doutrinas da Igreja Oficial eram tidos como hereges e dignos de severo castigo.
Culto às “Mães Virgens”
No Antigo Egito, sempre existiu a crença de que o filho de Ísis (Rainha dos Céus), nasceu precisamente em 25 de dezembro. Ísis algumas vezes é “Mãe”, outras vezes é “Virgem” que é fecundada de maneira sobrenatural e engravida do “Deus Filho”.
Tal culto à “Virgem” é encontrado entre os Celtas, cujo a civilização, os druídas (sacerdotes), praticam o culto baseado em um “Deus Único”, “Una Trindade”, a ressurreição, a imortalidade da alma e uma divindade feminina: uma “Deusa-Mãe”, uma “Terra-Mãe” e uma “Deusa Terra” também virgem, que se destinava a dar à luz a um “Filho de Deus”.
Este culto as “Deusas Virgens-Mães” está reiterado em muitas religiões e mitologias, inclusive civilizações pré-colombianas, como em numerosas mitologias africanas e em todas as seitas iniciáticas orientais.
A reconfortante imagem do arquétipo “MÃE” é primordial para existência humana. Este arquétipo pode assumir diversas formas: deusas, uma mãe gentil, uma avó ou uma igreja. Associadas a essas imagens surgem a solicitude e simpatia maternas, o crescimento, a nutrição e a fertilidade.
Culto ao “Deus-Herói”
deusheroi.jpgComo afirmei, a concepção de uma “Rainha dos Céus” que dá à luz a um “Menino-Deus” e “Salvador” corresponde a um arquétipo básico do psiquismo humano e tem sua origem nos fenômenos astronômicos. Enviado por um “Ser Supremo”, que é o PAI, o FILHO assume suprimindo o PAI, como acontece em todas as sagas gregas, indo-européias e diversas culturas. Coincidentemente, existe um padrão constante que quase sempre expressa o mesmo propósito: fazer do FILHO um HERÓI, que cumpre o mandato do PAI, sucedendo-o. Este HERÓI se faz causa de um ideal primeiro que se move ao longo da História como MODELADOR de uma cultura.
A versão do nascimento e infância de Jesus é uma repetição da história de muitos outros Salvadores e Deuses da humanidade. Ilustra bem a figura do “Arquétipo Herói”, comuns em qualquer cultura e que seguem sempre a mesma fórmula. Nascidos em circunstâncias misteriosas, logo exibe força ou capacidade de super-homem, triunfa na luta contra o mal e, quase sempre, morre algum tempo depois.
Este arquétipo reflete o tipo de amadurecimento sugerido pelos mitos: nos alerta para ficarmos atentos as nossas forças e fraquezas internas e nos aponta o conhecimento como caminho para se desenvolver uma personalidade saudável.
“Anexo a nossa consciência imediata”, escreveu Carl Jung, “existe um segundo sistema psíquico de natureza coletiva, universal e impessoal, que se revela idêntico em todos os indivíduos”. Povoando este inconsciente coletivo, afirmava, havia o que chamava de “arquétipos”, imagens primordiais ou símbolos, impressos na psique desde o começo dos tempos e, a partir de então, transmitidos à humanidade inteira. A MÃE, o PAI e o HERÓI com seus temas associados, são exemplos de tais arquétipos, representados em mitos, histórias e sonhos.
Eis que nasce Papai Noel
saonicolau.jpgCom o passar do tempo, de gerações que foram sucedendo-se, veio o esquecimento e nem Mitra, nem Apolo ou Baal faziam mais parte do panteão de algum povo. Acabou restando somente símbolos: a árvore, a guirlanda, as velas, os sinos e os enfeites. Até que no séc. IV, mais exatamente no ano de 371, uma nova estrela brilha em nosso céu e na Terra nasce Nicolau de Bari ou Nicolau de Mira. A generosidade a ele atribuída granjeou-lhe s reputação de mágico milagreiro e distribuidor de presentes. Filho de família abastada, doou seus bens para os pobres e desamparados. Entretanto, tecia um grande amor pelas crianças e foi através delas que sua lenda se popularizou e que Nicolau acabou canonizado no coração de todas as pessoas.
No fim da Idade Média, ainda “espiritualmente vivo”, sua história alcançou os colonos holandeses da América do Norte onde o “bom velhinho” toma o nome de “Santa Claus”. Ao atravessar os Portais do Admirável Mundo, muito sobre o que ele foi escrito lhe rendeu vários apelidos, como: “Sanct Merr Cholas”, “Sinter Claes” ou “Sint Nocoloses”, e é considerado sempre como padroeiro das crianças.
O Papai Noel Ocidental
Até aproximadamente 65 anos atrás o Papai Noel era, literalmente, uma figura de muitas dimensões. Na pintura de vários artistas ele era caracterizado ora como um “elfo”, ora como um “duende”. O Noel-gnomo era gorducho e alegre, além de ter cabelos e barbas brancas.
papainoel.jpgNo final do século XIX, Papai Noel já era capa de revistas, livros e jornais, aparecendo em propagandas do mundo todo. Cartões de Natal o retrataram vestido de vermelho, talvez para acentuar o “espírito de natal”. A partir daí o personagem Papai Noel foi adquirindo várias nuances até que em 1931 a The Coca-Cola Company, contrata um artista e transforma Papai Noel numa figura totalmente humana e universalizada. Sua imagem foi definitivamente adotada como o principal símbolo do Natal.
A imagem do Noel continuou evoluindo com o passar dos anos e muitos países contribuíram para sua aparência atual. O trenó e as renas acredita-se que sejam originárias da Escandinávia. Outros países de clima frio adicionaram as peles e modificaram sua vestimenta e atribuíram seu endereço como sendo o Pólo Norte. A imagem da chaminé por onde o Papai Noel escorrega para deixar os presentes vieram da Holanda.
Hoje, com bem mais de 1700 anos de idade, continua mais vivo e presente do que nunca. Alcançou a passarela da fama e as telas da tecnologia. Hoje o vemos em filmes, shoppings, cinemas, no estacionamento e na rua. Ao longo desses dezessete séculos de existência, mudou várias vezes de nome, trocou inúmeras de roupa, de idioma e hábitos, mas permaneceu sempre a mesma pessoa caridosa e devotada às suas crianças. E, embora diversas vezes acusado de representar um veículo que deu origem ao crescente consumismo das Festas Natalinas, é preciso reconhecer que ele encerra valores que despertam, revivem e fortalecem os nossos sentimentos mais profundos. Sua bondade é tão contagiante que atinge tipo “flecha de cupido”, qualquer pessoa, independente de crença ou raça, o que evidencia a sua magia e seu grande poder de penetração no mundo.


O povo é enganado por falta de informação

desinformação
Os Métodos Usados para Mantê-lo na Escuridão
Houve um tempo em que os governos e os grupos de elite que os controlavam não achavam necessário se envolver em guerras de desinformação. A propaganda era relativamente direta. As mentiras eram muito mais simples. O controle do fluxo de informações era dirigido com facilidade. Na verdade, durante o início da Idade Média na maior parte da Europa, as pessoas comuns sequer tinham a permissão de possuir uma Bíblia, e a Bíblia também não podia ser traduzida do latim para outros idiomas, bem como outros livros que pudessem produzir "ideias perigosas". Em grande parte, isso era devido ao sistema feudal estabelecido, com sua hierarquia de nobreza e clero. As regras eram impostas com a ameaça do confisco dos bens e pena de morte para qualquer um que se desviasse da rígida estrutura político-social. Aqueles que possuíam informações teológicas, metafísicas ou científicas fora da cosmovisão convencional eram torturados e executados. As elites mantinham as informações para elas mesmas e as ocultavam do conhecimento geral, algumas vezes durante séculos, até que elas fossem redescobertas.
Com o advento do antifeudalismo e, principalmente, com o sucesso da Revolução Americana, as elites não foram mais capazes de dominar as informações com o fio da espada ou com as armas de fogo. O estabelecimento das Democracias (e Repúblicas Democráticas), com suas filosofias de governo aberto e governo pelo povo, levou as minorias aristocráticas a planejarem meios mais sutis de obstruírem a verdade e, desse modo, manterem seu controle sobre o mundo sem se exporem à ira das massas. Assim, nasceu a complexa arte da desinformação. A técnica, a "mágica" da mentira, foi refinada e aperfeiçoada. A mecânica do cérebro e da alma humana se tornou uma obsessão para as elites.
O objetivo era malicioso, mas socialmente radical; em vez de gastar a energia impossível necessária para ditar a forma e a existência da verdade, eles permitiam que ela fosse levada adiante, porém obscurecida no meio de uma névoa de dados fabricados. A verdade era embrulhada com um "nó górdio" de direções erradas e fabricações tão complexas que eles tinham a certeza que a maioria das pessoas se renderia, desistindo bem antes de destrinchar o engodo. O objetivo não era destruir a verdade, mas ocultá-la da vista.
Nos tempos modernos, e com métodos cuidadosamente criados, esse objetivo foi em grande parte alcançado. Entretanto, esses métodos também têm fraquezas inerentes. As mentiras são frágeis e requerem constante monitoração para mantê-las vivas. A exposição de uma única verdade pode dar fim a um oceano de mentiras, evaporando-o instantaneamente. Neste artigo, examinaremos os métodos usados para fertilizar e promover o crescimento da desinformação, bem como identificar as raízes da desinformação e efetivamente cortá-las, destruindo todo o sistema de falácias de uma vez por todas.
Métodos de Desinformação na Mídia
A mídia dominante, que antigamente assumia as tarefas de investigar a corrupção no governo e de manter os elitistas na linha, agora se transformou em uma mera firma de relações públicas para os governantes e seus controladores da elite. Os dias das autênticas "reportagens investigativas" são uma coisa do passado, e o próprio jornalismo se deteriorou em uma fétida associação dos assim-chamados "editorialistas da televisão", que tratam suas próprias opiniões sem fundamento como se fossem fatos comprovados.
A cooptação das notícias pela elite existe de uma forma ou de outra desde a invenção da imprensa. Entretanto, os primeiros métodos de desinformação na mídia vieram verdadeiramente a frutificar sob a supervisão do magnata da imprensa William Randolph Hearst, que acreditava que a verdade era "subjetiva" e estava aberta à sua própria interpretação pessoal. O legado de Hearst de mentiras e sensacionalismo continua a existir na revista publicada por ele Popular Mechanics, que acusa o crescente Movimento da Verdade Sobre os Eventos de 11/9/2001 de absurda "teoria conspiratória", ao mesmo tempo que publica constantemente artigos sobre o aparecimento de óvnis e sobre os programas secretos do governo para a criação de discos voadores.
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Como mostraremos, esta estranha justaposição de sinais mistos e acusações hipócritas é característica de todos os provedores de desinformação.
Algumas das principais táticas usadas pela mídia dominante para desorientar as massas são as seguintes:
Grande Mentira, Depois Retratação Discreta
As fontes de mídia dominante (especialmente os jornais) são notórias por reportarem na primeira página matérias de notícias flagrantemente desonestas e sem comprovação, e depois de alguns dias, quando são desmascarados, discretamente se retratam nas páginas internas. Neste caso, o objetivo é fazer a mentira entrar no consciente coletivo. Uma vez que a mentira seja finalmente exposta, já é tarde demais, e uma grande proporção da população não observará, ou não se interessará em saber quando a verdade aparecer. Um bom exemplo disso foi a cumplicidade da grande mídia dominante com o governo Bush para convencer a população após os eventos de 11/9/2001 que o Iraque tinha armas de destruição maciça, embora não existissem evidências concretas que provassem isso. A eventual admissão do presidente George W. Bush que nunca existiram essas armas no Iraque (exceto as armas químicas que os EUA venderam a Saddam Hussein durante os governos Reagan/Bush) foi reportada rapidamente, ou ofuscada pela maioria dos canais de notícias. Ficou comprovado que a razão principal que esteve por trás de uma guerra que matou mais de um milhão de pessoas era totalmente fraudulenta, porém ainda hoje encontramos pessoas que acreditam que o Iraque possuía armas nucleares...
Fontes Não-Confirmadas ou Fontes Controladas Apresentadas Como Fato
Os programas de canais pagos frequentemente citam informações de fontes "que não podem ser mencionadas", fontes do governo que têm uma óbvia agenda ou viés, ou fontes de "especialistas" sem fornecerem uma visão de um "especialista" alternativo. As informações fornecidas por essas fontes frequentemente são suportadas por nada mais do que fé cega. Um exemplo recente disso são as fitas de áudio de Osama Bin Laden, que supostamente revelam que o "homem-bomba que transportava bombas nas calças" no Natal estava envolvido com a Al-Qaeda:
A mídia tratou a fita de áudio como um fato inegável em diversas matérias; ao mesmo tempo, publicou uma história lateral que mostrava que a Casa Branca não conseguiu confirmar se a fita era mesmo real.
Se a Casa Branca não pôde confirmar a autenticidade da fita, então por que a mídia reportou seu conteúdo como se ela tivesse sido confirmada?
Omissão Calculada
Uma simples informação, ou um item fundamental da verdade pode descarrilhar toda uma matéria de desinformação, de modo que em vez de comentá-la e tentar analisá-la, eles simplesmente fingem que ela não existe. Quando o fato é omitido, a mentira pode aparecer totalmente racional. Essa tática também é muito usada quando os agentes de desinformação e jornalistas vigaristas se envolvem no debate aberto.
Distração e a Fabricação da Relevância
Algumas vezes a verdade chega ao conhecimento do público independente do que a mídia faça para enterrá-la. Quando isso acontece, o único recurso deles é tentar modificar o foco do público e, desse modo, distraí-lo da verdade que está tão perto de ser compreendida. A mídia faz isso enfocando repetidamente um assunto que não tem nada que ver com as questões mais importantes do momento. Ironicamente, a mídia pega um fato pouco relevante e, reportando-o repetidamente até causar náusea, faz muitas pessoas assumirem que, como a mídia não cessa de falar no assunto, ele deve ser importante! Um exemplo disso foi o recente apelo por uma auditoria no Sistema da Reserva Federal, que estava recebendo grande suporte do público, bem como suporte político. Em vez de reportar esse movimento incrível e sem precedentes em favor da transparência do Fed, a grande mídia passou mais de dois meses reportando a morte do cantor Michael Jackson, um ídolo da música Rock que não lançou nenhum álbum decente desde Thriller, praticamente divinizando o mesmo homem que alguns meses antes tinha sido execrado por sua "mão boba" ao lidar com crianças.
Táticas Desonestas no Debate
Algumas vezes, homens que estão realmente preocupados com a busca do cidadão mediano por honestidade e informações legítimas orientadas por fatos conseguem fazer uma ruptura e aparecem na televisão. Entretanto, raramente eles recebem a oportunidade de compartilhar suas visões e compreensões sem ter de enfrentar um muro de enganos e propagandas cuidadosamente construído. Como a mídia sabe que perderá a credibilidade se não permitir convidados com pontos de vistas opostos de vez em quando, ela prepara e coreografa debates especializados na televisão em ambientes muito restritivos, que deixam os convidados na defensiva, tornando difícil para eles comunicar claramente suas ideias ou fatos.
Os especialistas da televisão são frequentemente treinados naquilo que é comumente chamado de "Táticas de Alinsky". Saul Alinsky foi um relativista moral e um expoente da mentira como instrumento para o "bem maior"; essencialmente um Maquiavel dos tempos modernos. Suas "Regras para Radicais" foram supostamente criadas para os ativistas dos movimentos populares que se opunham ao sistema e enfatizavam o uso de qualquer meio necessário para derrotar a oposição política. Mas é verdadeiramente possível derrotar um sistema criado com base em mentiras, usando mentiras ainda melhor elaboradas, ou sacrificando a ética pessoal?
Hoje, as regras de Alinsky são usadas mais comumente pelo sistema do que pela oposição. Essas táticas foram adotadas por governos e pelos especialistas em desinformação em todo o mundo, mas são mais visíveis nos debates na televisão. Embora Alinsky tenha falado sobre a necessidade de confrontos na sociedade, suas táticas para os debates são na verdade criadas para contornar o confronto real e honesto das ideias opostas com truques e distrações. As táticas de Alinsky, e seu uso moderno, podem ser resumidos da seguinte forma:
1) Poder não é somente aquilo que você tem, mas aquilo que o inimigo pensa que você tem.
Vemos esta tática de muitas formas. Por exemplo, projetar seu próprio movimento como sendo da corrente dominante e o do seu adversário como marginal. Convencer seu oponente que a luta dele é fútil. Sua oposição poderá atuar de forma diferente, ou até hesitar em atuar, com base na percepção que tiver do seu poder.
2) Nunca vá para fora da experiência do seu pessoal e, sempre que possível, vá para fora da experiência do inimigo.
Não entre em um debate sobre um assunto que você não conheça tão bem quanto sua oposição. Se possível, atrai-a para essa situação. Procure modos de aumentar a insegurança, ansiedade e incerteza na sua oposição. Isto é comumente usado contra entrevistados desprevenidos nos programas de notícias na televisão a cabo, cujas posições estão armadas para serem distorcidas. O alvo é atacado criticamente onde é vulnerável, por argumentos aparentemente irrelevantes, que ele então é forçado a responder. Na televisão e no rádio, isso também serve para desperdiçar tempo do programa e evitar que o entrevistado tenha a oportunidade de expressar suas próprias posições.
3) Faça o inimigo viver de acordo com seu próprio livro de regras.
O objetivo é atingir a credibilidade e a reputação do oponente com acusações de hipocrisia. Se a tática servir para pegar o oponente em um passo errado, por menor que seja, cria uma abertura para futuros ataques.
4) A ridicularização é a arma mais potente do homem.
"Ron Paul é um excêntrico e irrealista". "Dennis Kucinich é um baixinho esquisito". A ridicularização é quase impossível de ser rebatida. Ela é irracional. Ela enfurece a oposição, que então reage para sua vantagem. Ela também funciona como um ponto de pressão para forçar o inimigo a fazer concessões.
5) Uma boa tática é aquela que agrada ao seu pessoal.
Manter seus pontos de conversação simples e engraçados mantém seu lado motivado e ajuda suas táticas a se propagarem autonomamente, sem instrução ou encorajamento.
6) Uma tática que é mantida por tempo demais se torna tediosa.
Veja a regra anterior. Não se torne notícia antiga. Se você sempre renovar suas táticas, é mais fácil manter seu pessoal ativo. Nem todos os agentes de desinformação são remunerados. Os "idiotas úteis" precisam ser motivados de outros modos. A desinformação frequentemente muda de um método para o próximo, e depois volta novamente para o anterior.
7) Mantenha a pressão com diferentes táticas e ações e utilize todos os eventos do momento para seu propósito.
Sempre tente novas coisas para manter a oposição em desequilíbrio. Quando a oposição dominar uma abordagem, ataque-a pelos flancos com algo novo. Nunca dê ao alvo a oportunidade de descansar, de se reagrupar, de se recuperar ou de redefinir sua estratégia. Aproveite-se dos eventos atuais e distorça as implicações deles para apoiar sua posição. Nunca desperdice uma boa crise.
8) A ameaça é normalmente mais aterrorizadora que a própria coisa.
Isto está de mãos dadas com a Regra 1. Percepção é realidade. Permita que sua oposição gaste toda sua energia na expectativa de um cenário intransponível. As pavorosas possibilidades podem facilmente envenenar a mente e resultar na desmoralização.
9) A principal premissa para a tática é o desenvolvimento de operações que mantenham uma pressão constante sobre a oposição.
O objetivo dessa pressão é forçar a oposição a reagir e cometer os erros que são necessários para o sucesso final da campanha.
10) Se você empurrar duramente e de forma suficiente um grupo negativo, ele conseguirá romper o lado contrário.
Como instrumentos de ativismo dos grupos de raiz popular, historicamente as táticas de Alinsky têm sido usadas (por exemplo, por movimentos de trabalhadores) para forçar a oposição a reagir com violência contra os ativistas, o que desperta a simpatia da população pela causa dos ativistas. Hoje, movimentos falsos de raiz popular (ou movimentos já cooptados) usam essa técnica no debate, bem como em ações planejadas nas ruas. A ideia é provocar (ou encenar) ataques violentos contra o seu próprio grupo, de modo a fazer com que ele seja visto com a parte mais fraca, ou a vítima. Hoje, essa técnica é comumente usada para criar a ilusão que certo movimento é "contracultura" ou "contrário ao sistema".
11) O preço de um ataque bem-sucedido é uma alternativa construtiva.
Nunca permita que o inimigo marque pontos por que você foi pego sem uma solução para o problema. Hoje, isto é usado ofensivamente contra ativistas legítimos, como os oponentes do Sistema da Reserva Federal. Reclame que seu oponente está meramente "apontando para os problemas" e exija que ele ofereça uma solução.
12) Escolha o alvo, congele-o, personalize-o e faça a polarização.
Corte a rede de suporte e isole o alvo da simpatia. Os apoiadores do alvo se exporão. Vá atrás das pessoas individuais, não das organizações ou instituições. As pessoas se machucam mais rápido que as instituições.
Na próxima vez que assistir a um debate na grande mídia dominante, observe os especialistas com atenção. Provavelmente, você verá muitas, se não todas, as estratégicas acima sendo usadas contra algum indivíduo incauto que esteja tentando dizer a verdade.
Métodos de Desinformação na Internet
Como a bolsa de truques da grande mídia dominante tem sido usada exaustivamente ao longo dos últimos anos, muitos consumidores de informações, sentindo-se amargurados e enraivecidos, estão agora se voltando para as fontes alternativas de notícias, a maioria das quais existe na Internet. A princípio, parece que o governo e os elitistas ignoraram a Internet como um tipo de novidade, ou apenas outro mecanismo que eles poderiam explorar em propagar desinformação. Como todos nós agora bem sabemos, eles soltaram a bola e a Internet se tornou o instrumento mais poderoso para a verdade que a história já viu.
Agora, eles estão gastando recursos inacreditáveis de modo a corrigir o erro, utilizando todos os truques em seus arsenais para colocar novamente os usuários da Internet em submissão. Embora o anonimato da Internet permita certa imunidade contra muitas das táticas manipuladoras de Saul Alinsky, ela também permite que os governos ataquem ocultamente aqueles que estão tentando espalhar a verdade. No mundo das notícias na Web, chamamos essas pessoas de "duendes da desinformação". Esses agentes estão agora sendo abertamente contratados pelos governos de países como EUA e Israel especificamente para procurar na Internet os sites alternativos de notícias e atrapalhar a capacidade deles de compartilhar informações.
Os duendes da Internet, também conhecidos como "blogueiros remunerados", estão também sendo contratados cada vez mais por empresas privadas, frequentemente para propósitos de marketing. Na verdade, este é um segmento em rápida expansão.
Esses agentes usam uma ampla variedade de estratégias, algumas das quais são exclusivas para a Internet; aqui estão apenas algumas:
1) Fazem comentários absurdos com o objetivo de distrair ou frustrar. Uma tática de Saul Alinsky usada para despertar as emoções das pessoas, embora menos eficaz, por causa da natureza impessoal da Internet.
2) Apresentam-se como um defensores da verdade, depois fazem comentários que desacreditem o movimento. Temos visto isto em nossos próprios foros de discussão — os agentes de desinformação se apresentam como apoiadores do Movimento da Liberdade, mas depois enviam longas e incoerentes diatribes, de modo a parecerem racistas ou loucos. Aqui está um exemplo vivo dessa tática em uso em Yahoo! Answers.
A chave para esta tática é fazer referências aos argumentos comuns do Movimento da Liberdade e, ao mesmo tempo, escrever uma infinidade de bobagens, de modo a fazer aqueles argumentos que são válidos parecerem ridículos por causa da associação.
Em casos extremos, esses agentes infiltrados publicam mensagens que incitam à violência — uma técnica obviamente destinada a solidificar as falsas asserções do notórios Relatórios MIAC e outras publicações da ADL/SPLC, que sugerem que os constitucionalistas devem ser temidos como potenciais terroristas internos.
3) Dominam as Discussões: Os agentes frequentemente se intrometem em discussões produtivas na Internet de modo a tirá-las do rumo e frustrar as pessoas envolvidas.
4) Respostas Pré-Escritas: Muitos agentes recebem uma lista ou um banco de dados com pontos de discussão pré-planejados, criados como respostas generalizadas e enganosas para os argumentos honestos. Os "desmitificadores" dos eventos de 11/9/2001 são notórios por isto.
5) Falsa Associação: Isto trabalha de mãos dadas com o item 2, invocando os estereótipos estabelecidos pelo agente infiltrado.
Por exemplo, chamar aqueles que se opõem ao Sistema da Reserva Federal de "teóricos da conspiração", ou lunáticos. Associando deliberadamente movimentos antiglobalistas com o Pé Grande ou entusiastas de extraterrestres, por causa das conotações negativas inerentes. Usar falsas associações para provocar viés e dissuadir as pessoas de examinarem a evidência com objetividade.
6) Falsa Moderação. Fingir ser a "voz da razão" em um argumento com lados óbvios e definidos em uma tentativa de mover as pessoas para longe do que é claramente verdadeiro em uma "área cinzenta" onde a verdade se torna "relativa".
7) Argumentos do Espantalho: Uma técnica muito comum. O agente acusa a oposição de aderir a um determinado ponto de vista, mesmo que não seja verdade, e depois ataca aquele ponto de vista. Ou então, o agente de desinformação coloca palavras na boca da oposição, e depois refuta aquelas palavras específicas. Por exemplo: "Aqueles que estão no movimento em busca das verdades sobre o evento de 11/9 dizem que nenhum avião atingiu as torres gêmeas e que tudo aquilo foi uma animação criada em computadores. Será se eles são loucos?"
Algumas vezes, essas estratégias são usadas pelas pessoas medianas com sérios problemas de personalidade. Entretanto, se você vir alguém usando essas táticas com frequência, ou usando muitas delas ao mesmo tempo, pode estar lidando com um agente-duende remunerado para atuar na Internet.
Métodos de Desinformação Usados Pelo Governo
Os governos, e os globalistas que os apoiam, têm um patrimônio imenso — uma gráfica na Casa da Moeda que imprime dinheiro a partir do nada — e controlam a maior parte das instituições jurídicas e acadêmicas. Com essas vantagens, a desinformação pode ser executada em uma escala monumental. Aqui estão apenas algumas das táticas mais proeminentes usadas pelas agências governamentais e pelos centros de ideias e debates privados para guiar a opinião pública e criar a aparência do consenso:
1) Controle os Especialistas. A maioria das pessoas é ensinada desde o jardim de infância a ignorar seus instintos na percepção da verdade e confiar na "classe profissional" para obter todas as respostas. O problema é que grande parte da classe profissional é doutrinada durante seus anos de estudo, e muitos deles são moldados para apoiarem o status quo. Qualquer especialista que vá contra a corrente é colocado no ostracismo pelos seus pares.
2) Controle os Dados. Controlando os dados de origem em qualquer investigação, sejam jurídicos ou científicos, o governo tem a capacidade de criar qualquer verdade que desejar, isto é, desde que as pessoas não se preocupem o suficiente em pedir os dados de origem. Dois grandes exemplos de dados controlados ou escondidos são: a investigação do NIST (Instituto Nacional de Normas e Tecnologias — http://www.nist.org) do desabamento das Torres Gêmeas em 11/9/2001, em que os engenheiros do NIST, contratados pelo governo, mantiveram todos os dados de seus modelos no computador secretos, ao mesmo tempo que afirmaram que os modelos provavam que os desabamentos foram "naturais". Além disso, a exposição recente da Unidade de Pesquisas Sobre o Clima, da Universidade de East Anglia (na Inglaterra), e sua manipulação dos dados de modo a enganar e levar o público a acreditar que o Aquecimento Global é real, e aceitar o Imposto do Carbono em escala mundial. O órgão da Universidade de East Anglia se recusou a liberar os dados de origem de suas experiências durante anos, e agora sabemos o porquê.
3) Distorça as Estatísticas: Esta tática é extremamente evidente nas avaliações do Ministério do Trabalho sobre o desemprego, usando truques como incorporar relações ambíguas de nascimento/óbitos em seus cálculos de modo a fazer parecer que existem menos pessoas desempregadas do que realmente existem, ou deixar de fora certos sub-segmentos da população, como aqueles que estão desempregados e não estão mais buscando os benefícios.
4) Culpa Por Falsa Associação. Os governos que enfrentam um oponente eficaz sempre tentam demonizar aquela pessoa, ou grupo de pessoas, aos olhos do público. Frequentemente, isto é feito associando-os com um grupo ou ideia que o público já rejeita. Por exemplo: durante a última eleição presidencial nos EUA, tentaram associar aqueles que apoiavam a candidatura de Ron Paul com os grupos racistas (e, mais recentemente, com certos âncoras da rede Fox News) de modo a desencorajar os Democratas moderados de atentarem de forma honesta para as políticas defendidas pelo congressista Ron Paul.
5) Fabrique Boas Notícias. Isto se enquadra na distorção das estatísticas e também depende grandemente da cooperação da mídia. O conceito econômico dos "indicadores positivos iniciais" é um bom exemplo da combinação dos interesses do governo com a mídia de modo a criar uma atmosfera de falso otimismo com base em fundamentos dúbios.
6) Oposição Controlada. Os homens em posições de poder conhecem há séculos a importância de controlar a oposição. Se um movimento aparece em oposição, é necessário usurpar a liderança daquele movimento. Se não existir um movimento desses para infiltrar, o sistema frequentemente criará um movimento desdentado, de modo a cumprir essa necessidade social, e neutralizar os indivíduos que poderiam de outra forma tomar a ação eles mesmos.
Durante os anos 1960 e 1970, o FBI iniciou um programa secreto chamado COINTELPRO. Além de espionar ilegalmente os cidadãos que se opunham à Guerra do Vietnã, ou que apoiavam o Movimento dos Direitos Civis, eles também usaram agentes e fontes da mídia para se apresentarem como apoiadores do movimento, então propositadamente criaram conflitos e divisões, ou tomaram o controle total da direção do movimento. Essa mesma tática tem sido tentada com o moderno Movimento da Liberdade em vários níveis, mas até aqui não conseguiu frear nosso crescimento.
A NRA (Associação Nacional do Rifle) é outro bom exemplo de oposição controlada, pois muitos proprietários de armas estão satisfeitos em pagar suas anuidades, achando que com isso estarão fazendo resistência ativa contra a legislação que restringe a posse de armas. Mas, a verdade é que a NRA é diretamente responsável por muitas das contemporizações que resultaram em terreno perdido nas questões da Segunda Emenda (o direito de possuir armas de fogo). Desse modo, os proprietários de armas não somente se tornam inativos, mas na verdade estão sendo manipulados a financiar a destruição de seus próprios interesses.
7) Falsos Paradigmas: Os seres humanos têm a tendência de categorizar e rotular as outras pessoas e ideias. Para o bem ou para o mal, isto é uma parte fundamental de como compreendemos as complexidades do mundo. Este componente da natureza humana, como a maioria dos outros, pode ser abusado como uma ferramenta poderosa para manipulação social. Estruturando um debate polarizado de acordo com limites artificiais, e estabelecendo os dois polos desse debate, os engenheiros sociais podem eliminar a possibilidade sentida por uma terceira alternativa. O aparato da mídia de massa é a arma fundamental para esse fim. A criação infinita de dicotomias e o arranjo organizado de ideologias ao longo das linhas direita/esquerda, oferece às pessoas medianas um modo muito simples (embora terrivelmente impreciso) de pensar sobre a política. Isto força as pessoas a escolherem um lado, normalmente com base em razões emocionais ou culturais e, frequentemente, as atrai para apoiar posições que elas de outra forma rejeitariam. Isto patrocina um ambiente em que derrotar o outro time é mais importante do que garantir a integridade do seu próprio time. Talvez ainda mais importante, permite que os engenheiros sociais determinem o que é "jogo limpo" para o debate, e o que não é.
O próprio Alinsky escreveu: "A pessoa atua decisivamente somente na convicção que todos os anjos estão de um lado e todos os demônios do outro.".
Basta observar o debate caloroso entre um Democrata e um Republicano para ver quão profundamente essa crença foi implantada na mente de ambos os lados, e quão destrutiva ela é para o verdadeiro discurso intelectual.
Dando um Basta na Desinformação
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O melhor modo de desarmar os agentes de desinformação é conhecer seus métodos por dentro e por fora. Isto nos dá a possibilidade de indicar exatamente o que eles estão fazendo no momento que tentam usar o truque. Expor imediatamente uma tática de desinformação sempre que ela for usada é altamente destrutivo para a pessoa que a utiliza. Isto faz com que ela pareça tola, desonesta e fraca por tentar utilizar aquela tática. Os agentes de desinformação na Internet não sabem como agir quando seus métodos são desconstruídos diante de seus olhos e, normalmente, recuam e fogem do debate.
A verdade é preciosa. É triste que existam tantas pessoas em nossa sociedade que perderam o respeito por ela, que venderam suas consciências e suas almas em troca de conforto financeiro temporário, ao mesmo tempo que sacrificam a estabilidade e equilíbrio do restante do país no processo. A psiquê humana depende do ar da verdade para respirar; sem ele, a humanidade não consegue sobreviver. Sem o ar da verdade, a espécie humana desabará sobre si mesma, enfraquecida pela falta de sustento intelectual e emocional. A desinformação não somente ameaça nossa compreensão do funcionamento do mundo, mas nos deixa vulneráveis ao medo, às incompreensões e à dúvida, todas as coisas que levam à destruição. A desinformação pode levar pessoas boas a cometerem atrocidades terríveis contra seus semelhantes, ou até contra si mesmas. Sem um esforço concentrado e organizado para dissipar as mentiras produzidas em massa, o futuro será muito sombrio.
 O que é ficção e realidade?


Cremos que a operação do erro, entre outras características, virá acompanhada de aparições supostamente extraterrestres, mas na realidade de seres enganadores que vivem nas regiões celestes, os quais são nossos verdadeiros inimigos (Efésios 6:12). Esse é o nosso entendimento e o de muitos. Isso tem sido amplamente abordado em nosso site.
Nos últimos tempos tem ocorrido um condicionamento crescente para que as pessoas creiam cada vez mais na possibilidade de existência de vida extraterrena. Filmes, divulgações oficiais de registros relacionados a ovnis, massificação das "profecias maias" e suas promessas de chegada de um ser dos céus em 2012 e muitas outras informações e revelações sobre o tema...
A Palavra nos revela que haverá uma grande mentira, inserida numa gigantesca onda de engano. Esse engano será efetuado pela besta, sob orientação de Satanás e seus anjos. Devemos estar preparados e vigilantes. Não nos parece que essa questão relacionada à "partícula de Deus" seja uma mera coincidência ocorrendo justamente agora, acompanhada de constantes anúncios sobre planetas habitáveis e espantosas aparições e fenômenos nos céus de todo o mundo.
CONCEPÇÃO ARTÍSTICA DO KEPPLER 22 b
No dia 05/12/11, a Nasa confirmou a existência do 1º planeta em zona habitável [2]. Isso significa dizer que o novo astro se encontra em uma região que propicia a formação de água em estado líquido em sua superfície e, por conseguinte, a possibilidade de abrigar vida. Chamado de Kepler-22-b, é um dos menores astros a orbitar a região de uma estrela similar ao Sol do nosso Sistema Solar e possui cerca de 2,4 vezes o raio da Terra.
O cientista norte-americano Douglas Hudgins disse que "Este é um marco importante (...) para se achar um gêmeo da Terra". Poucos dias depois, foi noticiado que o robô da Nasa Opportunity, que se encontra em solo marciano, encontrou veias de um mineral que parece ser gesso, depositado pela água em solo marciano.
Observações feitas na órbita de Marte haviam detectado gesso em Marte anteriormente. Um campo de dunas no norte de Marte se assemelha às dunas brilhantes de gesso que se encontram no Novo México, EEUU. Segundo Benton Clark, do Instituto de Ciência Espacial em Boulder, no Colorado, EEUU, "a origem da areia de gesso no norte de Marte é um mistério..."
Não entraremos aqui no mérito se há ou se já houve vida em outros planetas ou galáxias. Isso pertence à soberania de Deus. O que queremos chamar a atenção é que a operação do erro será tão convincente que enganará até mesmo os mais céticos cientistas. Cremos fortemente que a operação do erro, além de suas características espirituais espantosas, terá conotações "científicas", explicando enganosamente os grandes mistérios da natureza e do cosmos e ludibriando até mesmo os mais estudiosos e céticos.
As hostes de Satanás, que vivem nas áreas celestiais próximas à Terra, em determinado momento farão surpreendentes sinais, através da besta. Não podemos esquecer que são seres extremamente inteligentes e conhecedores de princípios científicos em um grau infinitamente superior ao mais célebre cientista humano. Esse momento se aproxima. Esse é o cenário apontado pelo apóstolo Paulo mostra em II Tessalonicenses 2:9-11. Ali, nosso irmão Paulo nos ensina que quando seja revelado o filho da perdição, se concretizará o clímax do poder e da capacidade de enganar de Satanás.
Que estejamos atentos. Profundas mudanças se aproximam. Seres do engano aparecerão e o anticristo será revelado. Quem não estiver alicerçado na Palavra da Verdade e em comunhão com o Espírito de Deus será enganado, pois até mesmo os mais célebres cientistas, cegos em sua própria sabedoria humana e afastados do amor de Deus, serão ludibriados pelas forças malignas do engano.
CENÁRIO GEO-POLÍTICO
O cenário geopolítico é outra frente na cual o cumprimento profético avança rapidamente. O cenário revelado por Ezequiel 38 e 39 está cada vez mais próximo. No dia 23/11/11, a Rússia advertiu ao Ocidente de que poderá posicionar mísseis nas fronteiras da União Europeia para contra-atacar as instalações de defesa que os Estados Unidos planejam instalar na Europa Oriental [3]
Para entender melhor o assunto, é preciso lembrar que a Romênia e Polônia, além de Turquia e Espanha, concordaram em receber parte de um escudo antimísseis dos Estados Unidos, que Washington disse visar somente a estados "perigosos" como Irã. Porém, a Rússia acredita que seu arsenal também seja um alvo. O presidente russo, Dmitri Medvedev, ordenou o Ministro de Defesa da Rússia a colocar imediatamente sistemas de radares em Caliningrado, que alertam sobre a aproximação de ataques de mísseis em um estado de prontidão de combate.
Por sua vez, os EEUU ignoraram as objeções de Moscou ao projeto. De acordo com as palavras do embaixador norte-americano, Ivo Daalder, mas declarações russas "não serão a força motriz no que fazemos". Veja as declarações do presidente russo, Dmitri Medvedev:

Bom, a Palavra de Deus é clara ao mostrar que, no final do tempo, o "rei do extremo norte" virá sobre o Oriente Médio, junto com outras nações aliadas. Esse aumento da tensão entre Rússia e países ocidentais, combinado com o crescente apoio dado pela Rússia a países como Irã e Síria e o clima de instabilidade política dentro da própria Rússia, onde Vladimir Putin está ameaçado em sua volta ao poder, nos fazem crer que o momento desse ataque pode estar bem próximo.
No entanto, cremos que primeiro deve haver um grande conflito no Oriente Médio ou um grande tratado de paz naquela região.
A situação do programa nuclear iraniano está chegando a momentos insustentáveis. Temos já comentado nos boletins da Rádio sobre as declarações cada vez mais claras do governo israelense que poderá usar a opção militar contra o Irã. A própria ONU, em relatório divulgado em novembro afirmou que o Irã, muito provavelmente, tem trabalhado na elaboração de uma arma nuclear. Isso, em tese, dá sustentação a países como EEUU e Israel a lançar um ataque contra o Irã, o qual, por sua vez, é mostrado como um dos aliados de Gog (Rússia).
No dia 08/12/11, o presidente dos EEUU, Barack Obama, disse que "todas as opções são consideradas em relação a Teerã". No final de novembro mais um ingrediente nesse contexto de iminente conflito se deu no final de novembro, quando a embaixada da Inglaterra em Teerã foi invadida. A Inglaterra e vários países ocidentais chamaram seus embaixadores "para consulta", algo que, geralmente, antecede medidas drásticas ou até mesmo guerras.
Vemos como tudo está interligado profeticamente. Em primeiro lugar, intensas revoltas e mudanças no norte da África e no Oriente Médio, configurando rapidamente os países que darão sustentação a Gog em sua invasão. Depois, a chance de um grande conflito entre Irã e Israel / EEUU ou um grande e surpreendente tratado de paz com a participação do próprio anticristo (ambas as opções estão sobre a mesa). E por fim, o cenário propício para a invasão de Gog e seus aliados, quando Israel estiver habitando "em segurança" (Ezequiel 38:14).
CENÁRIO FINANCEIRO
Talvez essa seja a frente em que fique mas clara a aproximação do desfecho das profecias... A palavra "crise" não sai da pauta há vários anos. Nos últimos anos, o termo foi ampliado para "crise sistêmica", o que significa que o próprio sistema financeiro mundial está em crise permanente e precisa ser radicalmente mudado.
Até mesmo personalidades mundiais e organizações religiosas clamam por uma mudança na forma de gerenciar a economia global. O papa da Igreja Católica Romana e o próprio Vaticano têm pedido por uma nova autoridade que gerencie a economia global e pela existência de um novo organismo... Isso tem sido amplamente noticiado e o temos comentado aqui também. Entre as últimas declarações do papa com relação ao tema, estão a de 18/11/11, quando instou seus seguidores, em viagem à Africa, a que "desconfiem dos mercados" [4]. No começo de dezembro, ele afirmou que o natal este ano seria "difícil" na Europa, devido à crise financeira.
O cerco está se fechando... Atualmente, o dinheiro que circula em todo o mundo é de origem essencialmente eletrônica. O acesso ao próprio dinheiro, como tem ocorrido em países como EEUU e Itália, tem sido dificultado aos correntistas, onde pessoas que depositaram durante anos o seu dinheiro, agora tem dificuldades em retirá-lo ou têm que fazê-lo pouco a pouco. Obviamente, nenhum banco tem dinheiro suficiente para devolver a todos os correntistas se esses decidem retirá-lo ao mesmo tempo.
Pouco a pouco, o uso do dinheiro está sendo desestimulado. Na Itália, por exemplo, com a crise econômica que se abateu sobre o país e a Europa, estão proibidos saques superiores a 300 euros por dia. As pessoas são "obrigadas" a usarem cartões de crédito, ou seja, dinheiro eletrônico.
Se em 2008 o epicentro da "crise sistêmica" foi os EEUU, em 2011 o foi a Europa. A situação da Europa é tão grave que o governo chinês declarou que a Europa não pode esperar que a China use uma grande porção de suas reservas internacionais de US$ 3,2 trilhões para salvar nações altamente endividadas da zona do euro [5]. Detalhe: Economistas estimam que Pequim já investiu um terço de suas reservas em ativos denominados em euro, pois a China sabe que a Europa é um de seus principais mercados consumidores.
A situação na Europa é gravíssima. Na Grécia, por exemplo, milhares de gregos estão consumindo o que possuem nas contas bancárias porque estão desempregados, pagando mais impostos ou temendo que o país seja obrigado a deixar a zona do euro. Com essas retiradas de dinheiro, estão forçando os bancos a reduzir a carteira de empréstimos e, inadvertidamente, estão ajudando a piorar ainda mais a recessão [6].
Todos os principais indicadores mostram que a crise irá se aprofundar, não apenas na Europa, mas em todo o mundo. No Brasil, a desaceleração da economia, unida à inflação, está provocando uma estagnação na venda do varejo, mesmo diante do consumismo de final de ano [7]. A própria União Europeia não passa de uma organização agonizante, preste a sofrer grandes transformações.
É óbvio que aqueles que planejam a Nova Ordem do anticristo contam com isso, para instaurar o seu sistema, claramente revelado nas profecias bíblicas (Apocalipse 13:16-18). Depois de tantos anos falando-se em "crise" e vivenciando-a em sua própria realidade, a população mundial é condicionada, dia após dia, a implorar por um sistema que seja "diferente". Aqueles que creem nas profecias bíblicas sabem o que ocorrerá.
No momento em que encerramos esta edição, estamos sendo informados que a Lei Marcial foi aprovada nos EEUU. Essa lei daria poder ao Governo Federal de usar as Forças Armadas contra a sua própria população, de prender por tempo indeterminado americanos em qualquer lugar no mundo, sem nenhuma acusação formal e sem o devido processo legal.
Investigaremos mais sobre essa informações e suas possíveis implicações proféticas. Veja o video:
Existem outros cenários, como o da natureza ou o da corrupção da própria humanidade, mas os deixaremos para uma próxima edição. Não é uma simples coincidência de todos esses fatores estejam ocorrendo ao mesmo tempo.
Paulatinamente e num ritmo cada vez mais veloz, o cenário é preparado para o cumprimento final das profecias bíblicas. Serão tempos de muita aflição, engano e provação. No entanto, devemos permanecer firmes até o fim. Devemos perseverar. Acima de tudo, devemos aguardar nossa bem-aventurada, que é a manifestação gloriosa do Senhor Jesus nos céus, para reinar sobre as nações, para sempre.
"Aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Salvador Jesus Cristo" (Tito 2:13).
Até a próxima edição, se o Senhor permitir. Queremos avisar a nossos leitores que no final de dezembro estaremos mudando o nosso provedor de hospedagem. É possível que o site fique com uma certa instabilidade. Contamos com a compreensão de todos.

Quem é a mulher da nota do real?



Você, amigo leitor, já se deparou com situações cujas respostas são tão simples quanto as perguntas? Devo preveni-lo de que não é este o caso. Mas, quem é mesmo esta tal mulher que a anos circula nas notas de real? Qual é a importância tamanha que a fez parar justo estampada em todas as notas de real, e na moeda de1,00 real? Se é alguma heroína nacional, porque o seu nome não aparece próximo a efige que a homenageia? Image and video hosting by TinyPic
nota de 50 (cinqenta) reais
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nota de 100 (cem) reais
O fato é, que esta mulher não é brasileira. Para compreender o contexto do culto desta divindade, é preciso fazer uma viagem pela história das primeiras civilizações. Esteja preparado para este percurso que vai da bíblia aos livros de história.
Para começar, compreendamos que o conceito de liberdade iluminista influenciou o movimento revolucionário francês e a "declaração dos direitos do homem" que se tem hoje como documento mor dos direitos humanos. Sob esta influência ideológica, surgiu o quadro de Eugéne Delacroix, "a liberdade guiando o povo" cujo original se encontra no museu do louvre, em paris.
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(mais a frente, compare esta imagem com a Pax romana)
"a liberdade guiando o povo", museu do louvre, Paris.
É interessante que se note que esta mulher recebeu influências de cunho maçônico, e também o documento. O que não me deixa mentir (no caso do documento) é o "olho que tudo vê" que está  acima. Mas, e a mulher do quadro? Que influencias esta mulher pode ter recebido de outras culturas senão o "fogo" do propósito revolucionário francês? Antes de compreendermos isto, iremos a história de sua correspondente precursora na história: Semiramis.
A bíblia conta que um dos filhos de Noé, aquele que riu de sua nudês, Cã (ou Cão) após ser amaldiçoado pelo pai por ter zombado de sua nudez quando Noé estava embriagado, teve filhos. Um deles, chamava-se Cuxe. Ele, por sua vez, tomou por mulher Semiramis, que com ele, teve um filho chamado Ninrode.
Ninrode ficou biblicamente conhecido como o primeiro poderoso da terra, foi o construtor de Babel e de sua memorável torre, em respaldo de que a humanidade jamais seria novamente tragada pelo dilúvio. Inimigo do Deus (Deus este adorado no cristianismo, judaísmo e em outras religiões monoteístas) pretendia reunir a humanidade em um só lugar, ajuntando e o fazendo em desobediência a ordem divina "crescei, multiplicai e sede fecundos" (Gênesis 1:28).
Ninrode era adorado como o deus sol. Ficou conhecido como rei dos céus pela grande altura da torre de Babel, por ele construida. Tomou então como esposa a própria mãe, Semiramis tornando-a então, a rainha do céu (já que mãe e esposa do príncipe) e a partir dai, cultuada como a deusa lua e conhecida como a rainha dos céus ou mãe de Deus (qualquer semelhança com a "virgem maria" católica, não é mera coincidência)
Ninrode foi morto por seu tio avô Sem (filho de Noé, irmão de Cão). Este o esquartejou e separou seus pedaços, dando fim a sua enorme maldade, e irreverência (qualquer semelhança com Sete e Osiris, não é mera coincidência)
Quando Ninrode foi morto Semiramis tinha todas as partes do seu corpo que tinham sido enviados de todo o reino de Uruk se reuniram, com exceção de uma parte que não pôde ser encontrado. Essa parte que faltava era o seu órgão reprodutor. Semiramis disse ao povo da Babilônia que Ninrode não poderia voltar a vida sem seu pênis, e que ele havia subido aos céus para assumir seu lugar de Deus sol, que a Rainha Semiramis igualmente proclamou que Baal. Disse também que ele se faria presente na Terra sob a forma de uma chama, se vela ou lâmpada, quando usados na adoração (a chama da liberdade). Com a ajuda de Satanás Semiramis tornou-se uma deusa, filha da deusa Atargatis-peixe (como o peixe nunca foram destruídos durante o dilúvio), e se conectado com as pombas de Ishtar ou Astarte ".
Semiramis alegou que ela foi concebida imaculada.
Ensinou que a lua era uma deusa que passou por um ciclo de 28 dias e ovularam quando estiver cheia.
Ela alegou ainda que ela veio da lua em um ovo de lua gigante que caiu no rio Eufrates. Isso era para ter acontecido no momento da primeira lua cheia após o equinócio da primavera.
Semíramis tornou-se conhecido como "Ishtar" que é pronunciado como "Easter", e seu ovo lua tornou-se conhecido como "Ishtar" ovo ".. Ela se tornou conhecida como Isis, Diana, Artemis. Astarte, Cybele, etc em outras culturas como as pessoas migraram de Babel.  nomes diferentes devido às diferenças agora em todas as línguas.
Semiramis logo engravidou (pai desconhecido) e ela alegou que era os raios do deus Baal-sol que a levou a conceber. O filho que ela deu à luz foi chamado Tamuz. Tammuz, como seu suposto pai, tornou-se caçador. Um dia Tammuz foi morto por um porco selvagem.
Semiramis disse ao povo que Tamuz agora subiu para seu pai, Baal, e que os dois estariam com os adoradores da vela ou lâmpada sagrada chama de Pai, Filho e Espírito Santo.
Semiramis era agora adorada como a "Mãe de Deus e Rainha dos Céus".  Disse que quando aos adoradores de Tammuz que quando foi morto por um porco selvagem, seu sangue caiu no toco de uma árvore verde, e do toco cresceu uma árvore durante a noite.
Isso fez com que a árvore verde sagrada com o sangue de Tamuz. Ela também proclamou um período de quarenta dias de tempo de tristeza em cada ano anterior ao aniversário da morte de Tamuz. Durante este tempo, nenhuma carne era para ser comida. Adoradores meditavam sobre os mistérios sagrados de Baal e Tamuz. A letra inicial de "Tam-Muz" foi escrita em hebraico como um sinal vertical da cruz e foi pronunciado como "Tau". Assim, o sinal da cruz foi a letra inicial do deus babilônico "Tamuz" , ou Baco ou Ninrode. Nabilônios tinham que fazer o sinal do "T" na frente de seus corações, quando eles adoravam. Eles também comeram os bolos sagrados com a marcação de um "T" ou cruz no topo. O sinal da cruz foi, portanto, usado como um símbolo sagrado mágico para afastar o mal.
Todo ano, no primeiro domingo após a primeira lua cheia depois do equinócio da Primavera, uma celebração era feita. Foi chamado Domingo de Ishtar. Ela também proclamou que, como Tammuz foi morto por um porco, um porco deveria ser consumidos nesse domingo.
Este, também adorado como Deus sol (como descreve a bíblia em Ezequiel 8:12) e tido como reencarnação do pai Ninrode, de quem recebera espirito por legado. Então ficara Ninrode, Semiramis e Tamuz: a "sagrada familia" (qualquer semelhança com a sagrada familia católica, não é mera coincidência).
Os mais eruditos sabem, que a igreja católica foi fundada do pó das ruínas do império Romano, então dominador e que absorvera as culturas pagãs para se fortalecer, e assim, estabelecer o domínio das massas.
E quando se fala em império romano, divindade... de quem se lembram os mais achegados aos estudos da história?
MITRA : DEO SOL INVICTVS      (não é mesmo?)
Mitra, que era cultuado como o Deus sol, cujo touro sacrifical representava a lua, tem lá suas semelhanças com o que chamo de "Cristolicismo" (cristianismo + catolicismo = sincretismo pagão) que mistura uma série de crenças com a doutrina que se tem hoje. Como a prática da santa ceia, (para alguns cristãos, não existe a santa ceia. Para os mesmos, a menságem esta contida no repartir e não no comer em si). Ceia esta que era praticada nas religiões mitraicas, onde se comia o pão e o vinho, em honra ao corpo e o sangue sacrifical de mitra e do touro sagrado por ele morto. Inclusive, o dia de seu nascimento é 25 de dezembro, data esta do que diz-se que cristo nasceu (diz-se, pois a bíblia, livro texto do cristianismo, não contém sequer registro do dia do seu nascimento).
Ainda voltando a história de Ninrode, este foi morto esquartejado, assim como seu correspondente na cultura egipcia: Osiris. A história diz que Osiris teve seu corpo esquartejado e os pedaços separados por Sete (que não era seu tio avô, mas seu irmão, o que não anula o grau de parentesco). A deusa Isis então, viajou a procura dos pedaços.
Com uma percepção aguçada, podemos perceber a evidente relação entre estas divindades. A adoração ao deus sol (Tamuz) que é citada na bíblia, é a mesma prestada a Horus (ou Rá), deus sol na cultura egípcia. Visto que Isis (Semiramis,como já explicado e demonstrado anteriormente) é ninguém menos que sua mãe, e aparece amamentando Horus (Tamuz).
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(a direita, Isis amamenta Hórus. A esquerda, Hòrus ou Rá, o deus sol na cultura egípcia)
O símbolo da familia sagrada persistiu pelos tempos. Até que veio o catolicismo e sua imagem tomou a versão mais conhecida hoje: A sagrada familia católica.
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Obs: O objetivo desta reportagem não é atacar a crença de nenhum indivíduo, e sim, informar com base em estudos Históricos.

Estes personagens tem seus registros na  história e a bíblia, em Ezequiel 8:12 a 16, quando o senhor Deus se enfurece pelo povo de israel adorar a Tamus (o Deus sol, também da cultura egípcia, maia, etc...) com a expansão das culturas pagãs, a imágem desta deusa pagã se espalha inclusive, no meio católico, com a imagem da suposta maria, mãe de deus. Observe abaixo:
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(semiramis - rainha do céu; semiramis - mãe de Deus)
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"Madona de latte". basilica de santa cruz, Florença, Itália
 
As divindades, são as mesmas. As culturas é que se modificam e a cada cultura, sua divindade. Adaptada a cultura local, a divindade tem maior aceitabilidade de culto e assim, acaba-se desconhecendo a origem cultural da divindade em questão. Culturas podem se misturar por exemplo, no caso da invasão de território, como quando roma conquistou a grécia e absorveu parte de sua cultura que está presente em nossos dias atuais. Observe a imagem da deusa egípcia Isis com horus no colo (Semiramis e Tamuz) :
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"Isis e Horus". Museu imhotep, Sakara, Egito

Leia este trecho de busca no wikipédia sobre a homogeneização das crenças pagãs com a religião cristã:
"Alguns eruditos traçam paralelos entre a adoração de Ísis na época final do Império Romano e a adoração à Virgem Maria cristã. Quando o cristianismo começou a ganhar popularidade, difundindo-se na Europa e em todas as partes do Império, os primitivos cristãos converteram um relicário da Ísis egípcia em um para Maria e de outros modos "deliberadamente tomaram imagens do mundo pagão". Embora a Virgem Maria não seja idolatrada pelos cristãos (é venerada tanto pelos Católicos quanto pelos Ortodoxos), o seu papel, como figura de mãe compassiva, tem paralelos com a figura de Ísis. O historiador Will Durant observou que "os primitivos Cristãos por vezes fizeram os seus cultos diante de estátuas de Ísis amamentando o filho Hórus, vendo nelas uma outra forma do nobre a antigo mito pelo qual a mulher (isto é, o princípio feminino) é a criadora de todas as coisas, tornando-se por fim, a "Mãe de Deus". Hórus, sob este aspecto infantil, foi denominado Harpócrates pelos antigos Gregos. Isto é fruto da exposição dos primitivos cristãos à arte egípcia. Uma pesquisa com "os vinte principais Egiptólogos", conduzida pelo Dr. W. Ward Gasque, um erudito cristão, revelou que todos os participantes reconheceram" que a imagem de Ísis com o bebê Hórus influenciou na iconografia cristã da Virgem e o Menino", mas que não houve nenhuma outra semelhança, como por exemplo, que Hórus tenha nascido de uma virgem, que tenha tido doze seguidores, ou outros. A veneração a Maria na Igreja Ortodoxa e mesmo na tradição da Igreja Anglicana é frequentemente superestimada. As imagens tradicionais (ícones) de Maria ainda são populares na Igreja Ortodoxa nos dias de hoje".
fonte:wikipédia,a enciclopédia livre (verbete : isis)
 
Ela é a deusa Irene (deusa da paz na cultura romana) na qual foi inspirada a pax romana.
Veja abaixo que ela está com um menino no colo (você já deve saber quem é, não é mesmo?)
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(a esquerda, Irene. A direita, a Pax romana)
Observem que os seios da imagem a esquerda estão a mostra, simbolizando maternidade, fertilidade, assim como o quadro de Eugéne Delacroix, onde simbolizavam protesto.
Esta mulher também recebe o nome de Columbia, a mulher da imagem do Columbia Entertainment.
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É também, a mulher na famosa estátua da liberdade (lady liberty)
Observe suas semelhanças com Mitra, clara referência a sua homenagem.

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E têmis, a deusa simbolo da justiça (com a espada, a balança e a venda em seus olhos)
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É também Artêmis (deusa da caça na cultura grega)
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É Diana de éfeso (deusa dos campos na qual foi inspirada a mulher maravilha e o nome da princesa Diana)
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A seguir,uma lista de nomes adaptados para as diversas culturas para adoração de Semiramis:

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Tradução: Nomes diversos para a deusa pagã Semiramis:
tabela
Leia esta pesquisa da wikipédia: Semíramis Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Semíramis foi uma bela rainha mitológica que segundo as lendas gregas e lendas persas reinou sobre a Pérsia, Assíria, Armênia, Arábia ,Egito e toda a Ásia, durante mais de 42 anos, foi fundadora da Babilônia e de seus jardins suspensos. Subiu ao céu transformada em pomba, após entregar a coroa ao seu filho, Tamuz. História entre as muitas lendas que a rodeiam uma afirma que foi filha de uma sacerdotisa que a abandonou à morte no deserto. Pombas a encontraram-na e a alimentaram até que um pastor de nome Simas a encontrou. Também pode ser identificada com Shammuramat, rainha da Assíria e que foi esposa de Shamshi-Adad V e mãe de Adad-nirari III. A história de Semíramis foi tema de uma ópera de Gioacchino Rossini, e o escritor espanhol Alejandro Núñez Alonso fez uma série de novelas históricas em torno desta fascinante personagem. De acordo com estudiosos teológicos, Semíramis fora esposa de Ninrode, um dos primeiros homens mais poderosos do mundo (Gênesis10:8-12), que inaugurou a cidade bíblica de Babel. Segundo a tradição, Ninrode desejava reunir toda a humanidade em torno de si e construir uma torre que chegasse aos céus, com o argumento de ninguém ser tragado por um dilúvio novamente, manterem-se unidos e serem conhecidos por gerações (Gênesis 11:4). Com a grande estatura da torre, Ninrode tornou-se conhecido como "príncipe dos céus". Sobre este homem, Flavio Josefo escreveu: "Pouco a pouco, transformou o estado de coisas numa tirania, sustentando que a única maneira de afastar os homens do temor a Deus era fazê-los continuamente dependentes do seu próprio poder. Ele ameaçou vingar-se de Deus, se Este quisesse novamente inundar a terra; porque construiria uma torre mais alta do que poderia ser atingida pela água e vingaria a destruição dos seus antepassados. O povo estava ansioso de seguir este conselho, achando ser escravidão submeter-se a Deus; de modo que empreenderam construir a torre [...] e ela subiu com rapidez além de todas as expectativas." — Jewish Antiquities (Antiguidades Judaicas), I, 114, 115 (iv, 2, 3). Já Semíramis ficou conhecida como "rainha dos céus", nome de uma divindade idolatrada no Oriente Médio durante a Idade Antiga.
fonte : Wikipedia,a enciclopédia livre. (verbete : semiramis)
 
A babilônia, descrita em código profético apocalíptico, é a mãe de todas as abominações. Isto apenas reforça o que está escrito no último, mas não menos importante livro da bíblia.
A história, a bíblia e a nota de real tem registro desta deusa pagã (mãe de todas as prostitutas, já que fundadora de babilônia). A verdade é, que esta deusa pagã tem sido cultuada de maneira oculta até no dinheiro que você se esforça tanto para ganhar.

Lucas 12:2 "Nada há encoberto que não venha a ser revelado; e oculto que não venha a ser conhecido".

Referências bibliográficas: Wikipédia,a enciclopédia livre (verbetes: Semiramis; Tamus; Nimrod;Isis).
MELLA, Federico A. Arborio. O Egito dos faraós: história, civilização, cultura. São Paulo: Hemus, 1998.